TERCEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO

 

Propósito

O propósito principal da Terceira Epístola de João é encorajar o amor na verdade e a hospitalidade a pregadores itinerantes fiéis, enquanto adverte contra líderes autoritários como Diótrefes, que rejeitam autoridade apostólica e promovem divisão, e recomenda Demétrio como exemplo de boa conduta. João visa promover unidade e discernimento na igreja primitiva, combatendo ambição e exclusivismo. Expandindo com fontes, Champlin enfatiza o alerta contra dominação eclesiástica, promovendo apoio missionário para expansão do evangelho. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD aplica à hospitalidade contemporânea, incentivando apoio a obreiros sem ganância. A Bíblia de Estudo de Genebra vê como chamado à fidelidade contra tirania, e Dakes reforça o encorajamento à rejeição de maus líderes para pureza. Fontes como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias notam preocupação com influências apóstatas, e GotQuestions salienta equilíbrio entre amor e verdade para hospitalidade seletiva.

Data

A epístola foi escrita por volta de 85-95 d.C., provavelmente de Éfeso, similar a 2 João e 1 João. Essa data é baseada em referências a heresias gnósticas e estilo joanino maduro. Fontes como GotQuestions confirmam 90 d.C., alinhando com os escritos finais joaninos. Champlin sugere 90-95 d.C., considerando o contexto pós-apocalipse. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD apoia 85-90 d.C., pós-Gospel. A Bíblia de Estudo de Genebra enfatiza pré-100 d.C. para relevância contra gnosticismo inicial, e Dakes 90 d.C. Perspectivas acadêmicas variam para 80-100 d.C., mas consenso é o final do século I.

Autor

O autor é o apóstolo João, identificado como "o presbítero" (3 Jo 1:1), com tradição e evidências internas como preocupação com verdade e amor confirmando. João, discípulo amado, líder em Éfeso. Fontes confirmam João: Champlin analisa o estilo joanino conciso e advertente, rejeitando pseudepigrafia. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD destaca João como inspirado para correção eclesial. A Bíblia de Estudo de Genebra enfatiza autenticidade pela tradição patrística, Dakes João como revelador de hospitalidade. Fontes como GotQuestions confirmam João contra divisões.

Tema

O tema central é o amor na verdade manifestado em hospitalidade a fiéis, com rejeição de líderes ambiciosos, promovendo unidade sem comprometer doutrina. Champlin destaca o equilíbrio entre amor e discernimento contra dominação, enquanto a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD enfatiza apoio missionário. A Bíblia de Estudo de Genebra vê como guia para liderança humilde, Dakes reforça vigilância contra maus exemplos. Fontes como GotQuestions salientam hospitalidade seletiva, e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nota disseminação de boas práticas.

Destinatário

Gaio, um cristão fiel e hospitaleiro, possivelmente líder de igreja na Ásia Menor, e indiretamente a comunidade. Champlin descreve Gaio como exemplo contra Diótrefes, Bíblia de Estudo de Genebra: Crente necessitando encorajamento. CPAD e Dakes: Gaio como representante para igrejas influenciadas por divisões. Fontes como GotQuestions: Gaio para instrução pessoal.

Versículos-chave

Pessoa Chave

João (presbítero), Gaio (destinatário), Diótrefes (líder ambicioso), Demétrio (exemplo).

Lugares-chave

Éfeso (origem presumida).

Estatísticas

O 64° livro da Bíblia é uma obra que contém um único capítulo e 14 versículos. Este livro é bastante singular, pois a sua brevidade destaca-se em meio a outros textos mais extensos que compõem as Escrituras Sagradas. Embora não haja perguntas ou profecias, a mensagem contida nesses versículos pode ser rica e profunda, oferecendo ensinamentos valiosos para a vida espiritual e moral dos leitores. A concisão do livro nos leva a refletir sobre a importância de cada palavra e o impacto que uma mensagem curta pode ter na formação da fé e dos valores de uma comunidade.

Estrutura

  • Saudação e amor na verdade (1-4).
  • Elogio à hospitalidade de Gaio (5-8).
  • Condenação de Diótrefes (9-10).
  • Recomendação de Demétrio e imitação do bem (11-12).
  • Conclusão e bênção (13-14). Champlin divide em saudação (1-4), exortação (5-12) e conclusão (13-14), Genebra vê progressão de alegria a alerta, CPAD e Dakes enfatizam rejeição de maus líderes em 9-10.

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