EPÍSTOLA AOS COLOSSENSES


Propósito

O propósito principal da Epístola aos Colossenses é afirmar a supremacia de Cristo sobre todas as coisas, corrigindo falsos ensinamentos como gnosticismo, ascetismo, legalismo e misticismo que ameaçavam a fé da igreja, enfatizando que Cristo é suficiente para salvação e vida cristã. Paulo visa edificar os crentes, promovendo unidade e maturidade espiritual. Expandindo com fontes, Champlin enfatiza a defesa da divindade de Cristo contra heresias proto-gnósticas, enquanto a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD aplica à rejeição de filosofias humanas para foco em Cristo. A Bíblia de Estudo de Genebra destaca o papel de Cristo na criação e reconciliação, e Dakes reforça a supremacia para vitória sobre poderes espirituais. De fontes web, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nota a ênfase na divindade de Jesus contra falsos ensinamentos, e a Paulus Editora salienta a preeminência de Cristo na criação e reconciliação.

Data

A epístola foi escrita por volta de 60-62 d.C., durante a prisão de Paulo em Roma. Fontes como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e Torre de Vigia confirmam 60-61 d.C., alinhando com o envio por Tíquico junto com Filemom e Efésios. Champlin sugere 61 d.C., considerando o contexto das cartas do cativeiro, enquanto a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD e Dakes apoiam 62 d.C. A Igreja Redenção e Paulus Editora corroboram o período de prisão domiciliar em Roma.

Autor

O autor é o apóstolo Paulo, conforme Col 1:1, 4:18, com Timóteo como co-remetente. Paulo, que não visitou Colossos pessoalmente, escreve baseado em relatos de Epafra. Champlin analisa o estilo paulino teológico, rejeitando pseudepigrafia, enquanto a Bíblia de Estudo de Genebra confirma autenticidade pela tradição patrística. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD e Dakes destacam Paulo como revelador do mistério. Fontes web como Torre de Vigia e Igreja Redenção confirmam Paulo durante prisão em Roma.

Tema

O tema central é a supremacia de Cristo como cabeça da igreja e criação, com suficiência para salvação sem adições humanas. Paulo contrasta com heresias, promovendo vida em Cristo. Champlin destaca hino cristológico (Col 1:15-20), enquanto a Bíblia de Estudo de Genebra enfatiza reconciliação. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD aplica à conduta ética, Dakes reforça vitória sobre poderes. Fontes web como Paulus Editora salientam preeminência de Cristo na reconciliação.

Destinatário

Santos em Colossos (Col 1:2), igreja fundada por Epafra (Col 1:7), mista de gentios e judeus na Lícia, influenciada por heresias. Champlin discute como carta encíclica, Bíblia de Estudo de Genebra: Crentes enfrentando gnosticismo. CPAD e Dakes: Comunidade influenciada por sincretismo. Fontes web como Torre de Vigia: Santos fiéis na Turquia moderna.

Versículos-chave

  • Col 1:15-20: Supremacia de Cristo.
  • Col 2:8-10: Cuidado com filosofias.
  • Col 2:9: Plenitude da divindade.
  • Col 3:1-4: Buscai as coisas de cima.
  • Col 3:17: Tudo em nome de Jesus.
  • Col 4:2: Perseverai em oração.

Pessoa Chave

Paulo (autor), Timóteo (co-remetente), Epafra (fundador), Tíquico (mensageiro), Onésimo (escravo), Aristarco, Marcos, Jesus (companheiros).

Lugares-chave

Colossos (Lícia, Ásia Menor), Roma (prisão), Éfeso (contexto), Hierápolis, Laodiceia (igrejas vizinhas).

Estatísticas

O 51° livro da Bíblia, conhecido como o livro de Ester, é uma obra rica em narrativa e lições de vida. Com seus 4 capítulos e 95 versículos, ele conta a história de Ester, uma jovem judia que se torna rainha da Pérsia e desempenha um papel crucial na salvação do seu povo. A estrutura do livro é notável, pois, além das 92 referências a eventos históricos que destacam a coragem e a fé de Ester, também levanta 1 pergunta central: como uma pessoa pode fazer a diferença em tempos de crise?

Além disso, o livro contém 3 versículos que apresentam profecias não cumpridas, oferecendo um vislumbre das expectativas messiânicas e a esperança de um futuro melhor. Através de sua narrativa envolvente, o livro de Ester nos ensina sobre a importância da identidade, a resiliência frente à adversidade e a intervenção divina na história humana. É uma leitura que inspira reflexão e encoraja a ação em prol da justiça e da proteção dos oprimidos.

Estrutura

  • Saudação e oração (1:1-14).
  • Supremacia de Cristo (1:15-23).
  • Ministério de Paulo (1:24-2:5).
  • Advertências contra heresias (2:6-23).
  • Vida nova em Cristo (3:1-4:6).
  • Saudações e conclusão (4:7-18). Champlin divide em doutrina (1-2) e prática (3-4), Genebra vê progressão de teologia cristológica para ética, CPAD e Dakes enfatizam alertas em 2:8-23.

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