EPÍSTOLA AOS FILIPENSES

Propósito

O propósito principal da Epístola aos Filipenses é agradecer aos filipenses pelo apoio financeiro e espiritual enviado a Paulo durante sua prisão, encorajando-os a permanecerem firmes na fé, unidos em alegria e humildade, apesar das aflições. Paulo visa edificar a igreja, promovendo a imitação de Cristo no sofrimento e exortando à maturidade espiritual, combatendo divisões e falsos ensinos. Expandindo com fontes, Champlin enfatiza a carta como expressão de gratidão e consolo mútuo, destacando a alegria como tema recorrente em meio ao sofrimento, enquanto a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD aplica isso à vida cotidiana, incentivando contentamento e generosidade. A Bíblia de Estudo de Genebra vê o propósito como reforçar a parceria no evangelho, e Dakes reforça o chamado à humildade como modelo de Cristo para vitória sobre adversidades.

Data

A epístola foi escrita por volta de 61-62 d.C., durante a prisão domiciliar de Paulo em Roma (At 28:30-31). Essa data é baseada em referências internas como o envio de Epafrodito (Fp 2:25-30) e paralelos com outras cartas do cativeiro (Colossenses, Filemom). Fontes como a Bíblia de Estudo de Genebra e GotQuestions.org confirmam 61 d.C., alinhando com o período após a fundação da igreja em Filipos (cerca de 50 d.C., At 16). Champlin sugere 60-62 d.C., considerando o contexto de Nero, enquanto a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD e Dakes apoiam 62 d.C., pós-terceira viagem missionária de Paulo. Perspectivas acadêmicas variam ligeiramente para 58-63 d.C., mas o consenso é o período romano.

Autor

O autor é o apóstolo Paulo, conforme declarado em Fp 1:1, com Timóteo como co-remetente. Paulo, fundador da igreja em Filipos durante sua segunda viagem (At 16), escreve como prisioneiro, expressando alegria e gratidão. A tradição patrística (Ireneu, Clemente) e evidências internas confirmam Paulo, tornando esta uma das cartas do cativeiro mais pessoais. Champlin analisa o estilo paulino doxológico e exortativo, enquanto a Bíblia de Estudo de Genebra rejeita pseudepigrafia, enfatizando autenticidade. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD e Dakes destacam Paulo como modelo de alegria no sofrimento, com linguagem poética.

Tema

O tema central é a alegria no sofrimento e a unidade em Cristo, com Paulo enfatizando humildade (como o hino cristológico em Fp 2:5-11), contentamento (Fp 4:11-13) e parceria no evangelho. Champlin destaca a alegria como fio condutor (mencionada 16 vezes), transformando prisão em oportunidade missionária, enquanto a Bíblia de Estudo de Genebra vê Filipenses como chamado à imitação de Cristo em serviço. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal CPAD aplica à perseverança, e Dakes reforça temas de vigilância contra falsos mestres e glória na cruz.

Destinatário

A carta é dirigida aos santos em Filipos (Fp 1:1), uma igreja mista de judeus e gentios na Macedônia, fundada por Paulo em 50 d.C. (At 16), incluindo Lídia, o carcereiro e outros. Champlin descreve-os como leais apoiadores de Paulo, enfrentando perseguições, enquanto a Bíblia de Estudo de Genebra enfatiza sua diversidade em uma cidade romana estratégica. CPAD e Dakes: Comunidade generosa, mas necessitando exortação à unidade.

Versículos-chave

  • Fp 1:6: Aquele que começou a boa obra.
  • Fp 1:21: Para mim o viver é Cristo.
  • Fp 2:5-11: Hino à humilhação e exaltação de Cristo.
  • Fp 3:10: Conhecer a Cristo e o poder da ressurreição.
  • Fp 4:4: Alegrai-vos sempre no Senhor.
  • Fp 4:13: Tudo posso naquele que me fortalece.
  • Fp 4:19: Deus suprirá todas as necessidades.

Pessoa Chave

Paulo (autor e prisioneiro), Timóteo (co-remetente), Epafrodito (mensageiro), Euódia e Síntique (irmãs em conflito), Cristo (modelo), carcereiro de Filipos (contexto).

Lugares-chave

Filipos (Macedônia, igreja destinatária), Roma (prisão de Paulo), Éfeso (contexto missionário anterior).

Estatísticas

O 50° livro da Bíblia, conhecido como o livro de Amós, possui 4 capítulos que totalizam 104 versículos. Este livro é marcado por uma questionamento central que desperta a reflexão sobre a justiça e a responsabilidade social. Destacam-se também 96 versículos que narram a história do povo de Israel, trazendo à luz temas como a injustiça e a opressão. Além disso, há 5 versículos que contêm profecias que ainda não se concretizaram, revelando a importância da esperança e da fé no cumprimento das promessas divinas ao longo da história. A profundidade e os ensinamentos presentes nesse livro servem como um convite à contemplação e ao compromisso com os valores de justiça e retidão.

Estrutura

  • Saudação e oração de gratidão (1:1-11).
  • Circunstâncias de Paulo (1:12-30).
  • Exortação à humildade e unidade (2:1-30).
  • Advertência contra falsos mestres e testemunho pessoal (3:1-21).
  • Exortações finais e saudações (4:1-23). Champlin divide em doutrina da alegria (1-2) e prática (3-4), Genebra vê progressão de consolo para exortação ética, CPAD e Dakes enfatizam hino cristológico (2:5-11) como centro.

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