A SEGUNDA VINDA DIVIDIDA EM DOIS ASPECTO

 a. Arrebatamento: O termo grego "harpazo" refere-se a ações como roubar, raptar, retirar com força ou arrebatar (exemplos em Mt 12:29; Jo 6:15; 10:12,28,29; Atos 8:39; 23:10; 2Co 12:2,4; 1Ts 4:17; Jd 23; Ap 12:5). Já "misterion" significa mistério, algo ainda não revelado.

b. Segunda Vinda: A palavra grega "parousia" significa chegada ou advento, acompanhada da presença subsequente. Outros termos associados incluem "semeion" (sinal), "erkomai" (vir ou aparecer), "apokalypsis" (revelação, como em 2Ts 1:7) e "epiphaneia" (manifestação, citado em 2Ts 2:8; Tt 2:13).

Diferenças entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda:

  • Arrebatamento: Os crentes são levados para o céu.

  • Segunda Vinda: Os santos regressam à terra com Cristo.

  • Arrebatamento: É um evento iminente, sem sinais que o precedam.

  • Segunda Vinda: É precedida por sinais claros, incluindo a tribulação.

  • Arrebatamento: Não implica julgamento sobre a terra.

  • Segunda Vinda: A terra será julgada.

  • Arrebatamento: Não é mencionado no Antigo Testamento.

  • Segunda Vinda: Foi profetizada diversas vezes no Antigo Testamento.

  • Arrebatamento: Refere-se apenas aos crentes.

  • Segunda Vinda: Impacta toda a humanidade.

  • Arrebatamento: Não há menção de Satanás.

  • Segunda Vinda: Satanás será preso.

  • Arrebatamento: Cristo vem buscar os Seus.

  • Segunda Vinda: Cristo regressa acompanhado dos Seus.

  • Arrebatamento: Ele surge nas nuvens (1Ts 4:17).

  • Segunda Vinda: Ele pisa na terra (At 1:11; Zc 14:4,5).

  • Arrebatamento: Apenas os crentes O verão.

  • Segunda Vinda: Todo o mundo O verá.

  • Arrebatamento: Marca o início da Tribulação.

  • Segunda Vinda: Dá início ao Milénio.

Contexto em 1 Coríntios 15:

Na igreja de Corinto, alguns líderes propagavam a ideia de que não havia ressurreição dos mortos. Para combater esta heresia, Paulo começa por reforçar a base comum da fé cristã: a ressurreição de Cristo como evidência da vida eterna.

Contexto em 1 Tessalonicenses 4:

Estas cartas foram escritas por Paulo por volta do ano 50 ou 51 d.C., dirigidas à igreja em Tessalónica. O objetivo era encorajar e confortar os crentes que enfrentavam perseguições severas (At 17:1-9). Nelas, Paulo reitera a segurança das promessas divinas e reforça a esperança na vinda de Jesus.

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