O |
livro de Amós, o vigésimo nono da
Bíblia e o terceiro dos profetas menores, é uma profecia vigorosa contra a
injustiça social e a idolatria no reino do norte de Israel, anunciando juízo
divino mas terminando com promessas de restauração. Baseado na Bíblia de Estudo
Dakes, que enfatiza anotações sobre juízos contra nações e profecias
messiânicas, esta introdução é expandida com perspectivas de outras fontes
evangélicas, integrando análises teológicas, históricas e aplicativas para uma
visão mais ampla. Ele revela Deus como justo juiz que exige retidão, convidando
ao arrependimento em meio à prosperidade enganosa, prefigurando o juízo
escatológico e a salvação em Cristo.
Propósito
O
propósito principal é confrontar a corrupção moral e social de Israel,
profetizar juízo através da Assíria e chamar ao arrependimento, enquanto
anuncia restauração futura para um remanescente fiel. De acordo com a Bíblia de
Estudo Dakes, o livro expõe pecados como opressão dos pobres e idolatria, servindo
como advertência para nações. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso
a questões modernas como desigualdade, incentivando crentes a praticarem
justiça. O Comentário Bíblico Beacon destaca o chamado pentecostal para reforma
social. Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação devocional: Amós
revela Deus odiando hipocrisia religiosa, tipificando juízo sobre formalismo.
Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito teológico de
equilibrar juízo com esperança. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza
crítica profética à prosperidade sem ética.
Data e Local
Datado de
aproximadamente 760-750 a.C., durante os reinados de Uzias em Judá e Jeroboão
II em Israel, antes da queda de Samaria (722 a.C.). A Bíblia de Estudo Dakes
situa as profecias em Tecoa (Judá sul) e Betel (Israel norte), no contexto de
prosperidade econômica mas declínio moral. A Bíblia de Estudo de Genebra
confirma o século VIII a.C., em Israel setentrional. Champlin sugere influência
de tradições orais, durante ameaças assírias. O Dicionário da Bíblia de Davis
detalha Betel como local de confronto profético.
Autor
Amós, um
pastor e cultivador de sicômoros de Tecoa (Am 1:1; 7:14), chamado por Deus como
profeta leigo. A Bíblia de Estudo Dakes confirma Amós como autor inspirado, não
profissional mas divinamente comissionado. A Bíblia de Estudo de Genebra
reforça Amós. Henry o vê como exemplo de obediência humilde. Champlin discute
estilo poético, mantendo Amós. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam,
destacando origem camponesa.
Tema
O tema
central é o juízo divino sobre injustiça e hipocrisia: Deus ruge contra
opressão, exigindo justiça e misericórdia, com restauração para os arrependidos.
A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza profecias contra nações (Am 1-2) como tipo de
juízo final. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à ética social cristã.
A Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania ética. Henry vê graça na misericórdia,
apontando para o Novo Testamento. Champlin explora temas de profetismo e
escatologia. Bruce destaca equilíbrio entre juízo e esperança.
Destinatário
Primariamente
o reino do norte de Israel, incluindo líderes e povo, para alertar sobre juízo
iminente. Como na Bíblia de Estudo de Genebra, estendido a Judá e nações. O
Comentário Bíblico Beacon estende a crentes para justiça social. Henry aplica a
cristãos como chamado à retidão.
Versículos-chave
- Amós
3:3: "Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" – União
com Deus (Dakes e Champlin).
- Amós
5:24: "Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça, como ribeiro
perene" – Justiça social (Aplicação Pessoal e Genebra).
- Amós
9:11: "Naquele dia, levantarei o tabernáculo caído de Davi" –
Restauração messiânica (Henry e Bruce).
- Amós
5:4: "Buscai-me e vivei" (Beacon e Davis).
- Amós
7:14-15: Chamado de Amós (Dakes).
Pessoas-chave
Amós
(profeta), Jeroboão II (rei), Amazias (sacerdote de Betel), Deus (voz
julgadora), povo de Israel (acusado). Dakes destaca Amós como tipo de profeta
leigo.
Lugares-chave
Betel
(idolatria), Samaria (capital), Tecoa (natal de Amós), Damasco (juízo), Líbano
(simbólico), Carmelo. Davis fornece contextos, Bruce discute simbolismo
geográfico.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. Amós contém 9 capítulos, 146 versículos,
aproximadamente 4.217 palavras, 10 perguntas, 15 profecias, 20 mensagens de
Deus, 30 comandos, 10 promessas.
Estrutura
Dividido
em Oráculos contra nações (caps. 1-2: juízo sobre vizinhos e Israel), Acusações
contra Israel (caps. 3-6: pecados sociais, chamadas ao arrependimento), Visões
de juízo (caps. 7-9: gafanhotos, fogo, prumo, restauração). Dakes delineia
progressão de acusação a esperança. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
descreve narrativa profética. Champlin destaca unidade poética, Henry aplica
moralmente, Bruce nota ciclos de juízo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Compartilhe este conteúdo com os seus amigos