O |
livro de Juízes, o sétimo da
Bíblia e o segundo dos livros históricos, narra o período de transição entre a
conquista de Canaã sob Josué e o estabelecimento da monarquia, destacando
ciclos repetitivos de apostasia, opressão por inimigos, clamor a Deus e libertação
por meio de juízes. Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que enfatiza anotações
sobre lições de desobediência e providência divina, esta introdução é expandida
com perspectivas de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas,
históricas e aplicativas para uma visão mais abrangente. Ele ilustra a
fidelidade de Deus em meio à infidelidade humana, apontando para a necessidade
de um Rei eterno em Cristo, o Juiz supremo.
Propósito
O
propósito principal é registrar os ciclos de juízes que libertaram Israel de
opressores, demonstrando as consequências da desobediência à aliança mosaica e
a misericórdia de Deus ao levantar salvadores. De acordo com a Bíblia de Estudo
Dakes, o livro adverte contra a mistura com culturas pagãs, promovendo lições
de obediência para bênçãos. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso a
ciclos pessoais de pecado e graça, incentivando crentes a romper padrões
negativos. O Comentário Bíblico Beacon destaca o aspecto pentecostal de
libertação divina. Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação
devocional: Juízes revela Deus disciplinador, tipificando a necessidade de
Cristo como Libertador. Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o
propósito histórico-teológico de explicar o caos pré-monárquico. Bruce, no
Comentário Bíblico NVI, enfatiza a formação ética, promovendo fidelidade em
tempos de anarquia.
Data e Local
Os
eventos cobrem aproximadamente 1380-1050 a.C., do fim de Josué à era de Samuel,
escrito possivelmente por Samuel por volta de 1000 a.C., em Israel, durante a
transição para monarquia. A Bíblia de Estudo Dakes situa em Canaã central, com
ciclos em regiões tribais. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o século XI-X
a.C., em contexto pós-conquista. Champlin sugere influência de tradições orais,
no período de juízes. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha Canaã como local
principal.
Autor
Tradicionalmente
Samuel, baseado em 1Sm 10:25 e tradição judaica. A Bíblia de Estudo Dakes
confirma Samuel como compilador inspirado. A Bíblia de Estudo de Genebra
reforça Samuel. Henry o vê como registrador de ciclos divinos. Champlin discute
fontes deuteronômicas, mantendo Samuel. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce
concordam, destacando testemunho histórico.
Tema
O tema
central é os ciclos de apostasia, opressão, clamor e libertação: "Cada um
fazia o que achava reto aos próprios olhos" (Jz 21:25), destacando a
necessidade de um rei fiel. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza providência em
juízes como tipos de Cristo. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à
dependência de Deus. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê
graça na misericórdia, apontando para o Rei Jesus. Champlin explora temas de
teocracia falha. Bruce destaca anarquia e esperança.
Destinatário
Primariamente
israelitas da monarquia, para aprender com erros passados. Como na Bíblia de
Estudo de Genebra, lição para nação. O Comentário Bíblico Beacon estende a
crentes para fidelidade coletiva. Henry aplica a cristãos como advertência.
Versículos-chave
- Juízes
2:18: "O Senhor lhes suscitava juízes que os livravam" –
Libertação divina (Dakes e Champlin).
- Juízes
21:25: "Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que
achava reto" – Anarquia (Aplicação Pessoal e Genebra).
- Juízes
4:4: Débora como juíza – Liderança feminina (Henry e Bruce).
- Juízes
6:12: "O Senhor é contigo, homem valente" – Chamado de Gideão
(Beacon e Davis).
- Juízes
16:30: Sansão derruba templo – Força em fraqueza (Dakes).
Pessoas-chave
Otniel,
Eúde, Débora, Baraque, Gideão, Abimeleque, Jefté, Sansão, Eli, Samuel (transição).
Dakes destaca juízes como libertadores.
Lugares-chave
Canaã
(conquista incompleta), Gilgal (acampamento), Siló (arca), Gate (filisteus), Mizpá
(assembleias). Davis fornece contextos, Bruce discute geografia tribal.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. Juízes contém 21 capítulos, 618 versículos, aproximadamente
18.852 palavras, 10 perguntas, 5 profecias, 15 mensagens de Deus, 50 comandos,
10 promessas, 12 juízes principais.
Estrutura
Dividido
em Introdução à apostasia (caps. 1-2: conquista incompleta, ciclos), Ciclos de
juízes (caps. 3-16: Otniel a Sansão), Apêndice de caos (caps. 17-21: ídolo de
Mica, crime em Gibeá). Dakes delineia ciclos repetitivos. A Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal descreve narrativa de falhas e graça. Champlin destaca
unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos de salvação.
Introdução ao Livro de Rute
|
O |
livro de Rute, o oitavo da Bíblia
e inserido nos livros históricos, narra a história de lealdade, redenção e
providência divina durante o período dos juízes, conectando a linhagem de Davi
e, consequentemente, de Cristo. Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que enfatiza
anotações sobre a fidelidade de Deus, a inclusão de gentios e tipologias
cristológicas, esta introdução é ampliada com perspectivas de outras fontes
evangélicas, integrando análises teológicas, históricas e aplicativas para uma
visão mais abrangente. Ele destaca como Deus usa indivíduos fiéis em meio ao
caos para cumprir Seus propósitos, ilustrando a graça estendida aos estrangeiros
e a obediência à lei mosaica.
Propósito
O
propósito principal é demonstrar a providência divina na restauração familiar e
nacional, ilustrando lealdade, redenção por meio do resgatador parente (go'el)
e a inclusão de gentios na linhagem messiânica. De acordo com a Bíblia de
Estudo Dakes, o livro registra falhas de Israel durante os juízes, enquanto
destaca fidelidade individual, ensinando princípios de obediência para bênçãos
e advertindo contra idolatria, prefigurando a redenção em Cristo. A Bíblia de
Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à vida cotidiana, incentivando fidelidade
em adversidades como fome ou luto. O Comentário Bíblico Beacon enfatiza o
aspecto pentecostal de restauração espiritual. Matthew Henry, em seu Comentário,
foca na aplicação devocional: Rute revela Deus honrando fé humilde, tipificando
Cristo como Redentor. Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito
histórico-teológico de mostrar graça além de barreiras étnicas. Bruce, no
Comentário Bíblico NVI, destaca a formação ética, com narrativas promovendo
cuidado aos vulneráveis.
Data e Local
Os
eventos ocorrem durante o período dos juízes, aproximadamente 1200-1100 a.C.
(ou 1200-1050 a.C.), após o Êxodo e antes do reinado de Saul, cobrindo 10-12
anos (fome, luto, colheita). Escrito na Palestina por volta de 1126 a.C. (ou
1163-1123 a.C. por Samuel). A Bíblia de Estudo Dakes situa em Belém de Judá,
durante fome e apostasia pós-Débora (Jz 4-5). A Bíblia de Estudo de Genebra
confirma o século XII a.C., no contexto de juízes. Champlin sugere influência
de tradições orais, em Moabe e Judá. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha
locais como Belém (origem/retorno) e Moabe (exílio).
Autor
Tradicionalmente
atribuído a Samuel (profeta e último juiz), baseado em estilo e contexto histórico
(1Cr 2:10-15). A Bíblia de Estudo Dakes confirma Samuel como compilador. A
Bíblia de Estudo de Genebra reforça Samuel. Henry o vê como registrador de
vitórias divinas. Champlin discute consistência com fontes proféticas, mantendo
Samuel. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam, destacando testemunho
profético.
Tema
O tema
central é a redenção e lealdade: obediência leva a bênçãos, com providência
divina restaurando em meio ao juízo. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza inclusão
de gentios (Rute moabita na linhagem de Cristo) e tipologias (Boaz como tipo de
Redentor). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à fé em crises. A Bíblia
de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê graça na restauração, apontando
para Cristo. Champlin explora temas de lei mosaica e providência. Bruce destaca
inclusão e fidelidade.
Destinatário
Dirigido
aos israelitas (especialmente Judá e líderes), para encorajar fidelidade nos
juízes. Como na Bíblia de Estudo de Genebra, lições para gerações. O Comentário
Bíblico Beacon estende a crentes. Henry aplica a cristãos.
Versículos-chave
- Rute
1:16-17: "Não me instes para que te deixe... o teu povo será o meu
povo, e o teu Deus o meu Deus" – Juramento de lealdade (Dakes e
Champlin).
- Rute
2:10: Boaz abençoa Rute pela fidelidade (Aplicação Pessoal e Genebra).
- Rute
3:9: Apelo à redenção (Henry e Bruce).
- Rute
4:14-17: Nascimento de Obede e bênção a Noemi (Beacon e Davis).
- Rute
4:18-22: Genealogia de Perez a Davi (Dakes).
Pessoas-chave
Rute
(moabita fiel), Noemi/Naomi (viúva restaurada), Boaz (resgatador), Elimeleque
(pai), Maalom e Quiliom (maridos falecidos), Orfa (contraste), Obede
(herdeiro), Jessé, Perez e outros ancestrais. Dakes destaca Rute como exemplo
de fé.
Lugares-chave
Belém de
Judá (casa e campos), Moabe (exílio), campos de Boaz (respiga), soleira (redenção),
Siló (contexto). Davis fornece contextos, Bruce discute simbolismo.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes).Rute contém 4 capítulos, 85 versículos, aproximadamente
1.500-2.575 palavras, 16 perguntas, 30 comandos, 2 promessas, sem profecia
direta ou mensagem de Deus por profeta (primeiro livro assim), genealogia de 10
gerações de Perez a Davi.
Estrutura
Dividido
em quatro capítulos: Cap. 1 (fome, exílio em Moabe, retorno com Rute); Cap. 2
(respiga nos campos de Boaz, bênção); Cap. 3 (pedido de redenção na eira); Cap.
4 (redenção, casamento, nascimento de Obede, genealogia). Dakes delineia progressão
de luto a restauração. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve narrativa
de fidelidade. Champlin destaca unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota
ciclos.
Introdução ao Livro de 1 Samuel
|
O |
livro de 1 Samuel, o nono da
Bíblia e parte dos livros históricos, marca a transição de Israel do período
dos juízes para a monarquia, narrando o nascimento e ministério de Samuel, o
reinado de Saul e o surgimento de Davi como futuro rei. Baseado na Bíblia de
Estudo Dakes, que destaca anotações sobre profecias messiânicas, comandos
divinos e a rejeição da teocracia por uma monarquia humana, esta introdução é
enriquecida com perspectivas de outras fontes evangélicas, proporcionando uma
análise teológica, histórica e aplicativa mais ampla. Ele ilustra a soberania
de Deus na escolha de líderes, as consequências da desobediência e a providência
na linhagem messiânica, apontando para Cristo como o Rei eterno.
Propósito
O
propósito principal é registrar o estabelecimento da monarquia em Israel,
mostrando como Deus usa profetas e reis para guiar Seu povo, apesar de falhas
humanas, e advertir contra a rejeição da autoridade divina. De acordo com a
Bíblia de Estudo Dakes, o livro documenta a transição teocrática, com ênfase em
oração (Hannah), unção profética e lições de obediência, cumprindo profecias
como a rejeição de Saul. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à
vida cotidiana, incentivando crentes a buscarem a vontade de Deus em lideranças
e desafios pessoais. O Comentário Bíblico Beacon enfatiza o aspecto pentecostal
de unção divina para serviço. Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação
devocional: 1 Samuel revela Deus exaltando os humildes (Davi) e humilhando os
orgulhosos (Saul), tipificando Cristo como Profeta, Sacerdote e Rei. Champlin,
no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de
demonstrar a providência em meio ao caos político. Bruce, no Comentário Bíblico
NVI, destaca a formação nacional, com narrativas promovendo fidelidade e
justiça.
Data e Local
Os
eventos cobrem aproximadamente 1105-1017 a.C., do nascimento de Samuel ao fim
do reinado de Saul, escrito possivelmente por volta de 900 a.C., em Israel,
durante o reinado de Salomão ou exílio. A Bíblia de Estudo Dakes situa no
século XI a.C., no contexto pós-juízes. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma
o período de transição, cerca de 1050-1000 a.C., em locais como Ramá e Siló.
Champlin sugere influência de registros proféticos, no reino unido. O
Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como Belém (nascimento de Davi) e
Gate (refúgio).
Autor
Tradicionalmente
Samuel, com contribuições de Natã e Gade (1Cr 29:29), pois cobre a morte de
Samuel (1Sm 25:1). A Bíblia de Estudo Dakes confirma Samuel como principal
compilador inspirado. A Bíblia de Estudo de Genebra reforça autoria profética.
Henry o vê como registro divino de história sagrada. Champlin discute
consistência com fontes históricas, mantendo Samuel. O Comentário Bíblico
Beacon e Bruce concordam, destacando testemunho profético.
Tema
O tema
central é a soberania de Deus na liderança: obediência traz unção e vitória,
enquanto desobediência leva a rejeição, com transição da teocracia para
monarquia. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza profecias (1Sm 2:10, Messias) e
tipos cristológicos (Davi como figura de Cristo). A Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal aplica à submissão a Deus. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na
eleição divina. Henry vê graça na disciplina, apontando para o Novo Testamento.
Champlin explora temas de unção e rejeição. Bruce destaca fidelidade e herança.
Destinatário: Os israelitas do reino unido, para aprenderem com
a história e manterem fidelidade. Como na Bíblia de Estudo de Genebra, lições
para nação. O Comentário Bíblico Beacon estende a crentes. Henry aplica a
cristãos como advertência.
Versículos-chave:
- 1
Samuel 3:10: "Fala, Senhor, porque o teu servo ouve" – Chamado
profético (Dakes e Champlin).
- 1
Samuel 16:7: "O Senhor não vê como vê o homem" – Critério divino
(Aplicação Pessoal e Genebra).
- 1
Samuel 17:47: "A batalha é do Senhor" – Vitória pela fé (Henry e
Bruce).
- 1
Samuel 2:1-10: Oração de Hannah (Beacon e Davis).
- 1
Samuel 15:22: "Obedecer é melhor do que sacrificar" (Dakes).
Pessoas-chave
Samuel
(profeta e juiz), Saul (primeiro rei), Davi (ungido rei), Jônatas (amigo leal),
Eli (sacerdote), Hannah (mãe de Samuel), Golias, Abner, Mical, Doegue. Dakes destaca
Samuel como intercessor.
Lugares-chave
Ramá
(casa de Samuel), Siló (tabernáculo), Mizpá (assembleias), Gilgal (unção de
Saul), Belém (nascimento de Davi), En-Gedi (refúgio), Gate (filisteus). Davis
fornece contextos, Bruce discute estratégias.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. 1 Samuel contém 31 capítulos, 810 versículos,
aproximadamente 25.061 palavras, 116 perguntas, 41 profecias, 38 mensagens de
Deus, 24 milagres, 200 comandos, 30 promessas, 12 rebeliões.
Estrutura
Dividido
em três partes: Ministério de Samuel (caps. 1-8: nascimento, chamada, arca,
pedido de rei); Reinado de Saul (caps. 9-15: unção, vitórias, rejeição);
Ascensão de Davi (caps. 16-31: unção, Golias, perseguição, exílio). Dakes
delineia progressão de juízes a reis. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
descreve narrativa de transição. Champlin destaca unidade, Henry aplica
moralmente, Bruce nota ciclos de obediência e juízo.
Introdução ao Livro de 2 Samuel
|
O |
livro de 2 Samuel, o décimo da
Bíblia e continuação direta de 1 Samuel nos livros históricos, foca no reinado
de Davi como rei de Israel, narrando suas vitórias, desafios pessoais e o
estabelecimento do reino unido. Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que destaca
anotações sobre profecias messiânicas relacionadas a Davi (como a aliança
davídica) e comandos divinos para governança, esta introdução é ampliada com
perspectivas de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas,
históricas e aplicativas para uma visão mais abrangente. Ele ilustra a graça de
Deus em meio às falhas humanas, apontando para Cristo como o descendente prometido
de Davi e Rei eterno.
Propósito
O
propósito principal é registrar o consolidação do reinado de Davi, suas
conquistas militares, alianças e pecados, demonstrando como Deus cumpre
promessas apesar de fraquezas humanas e estabelece a dinastia davídica. De
acordo com a Bíblia de Estudo Dakes, o livro enfatiza lições de humildade, arrependimento
e soberania divina, com a aliança em 2Sm 7 como base para o Messias. A Bíblia
de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à vida cotidiana, incentivando crentes
a lidarem com sucessos e falhas com integridade. O Comentário Bíblico Beacon
destaca o aspecto pentecostal de unção para liderança. Matthew Henry, em seu
Comentário, foca na aplicação devocional: 2 Samuel revela Deus disciplinando
Seus escolhidos, tipificando a misericórdia em Cristo. Champlin, no Comentário
Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de mostrar o auge do
reino como sombra do milênio. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza a formação
nacional, com narrativas promovendo unidade e justiça.
Data e Local
Os
eventos cobrem aproximadamente 1010-970 a.C., do início do reinado de Davi até
sua morte, escrito possivelmente por volta de 900 a.C., em Jerusalém ou durante
o reino de Salomão. A Bíblia de Estudo Dakes situa no século X a.C., no contexto
do reino unido. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o período davídico,
cerca de 1000 a.C., em Israel. Champlin sugere influência de crônicas reais, no
palácio de Davi. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como Hebrom
(início do reinado) e Jerusalém (capital).
Autor
Tradicionalmente
Natã, Gade e possivelmente Samuel (1Cr 29:29), com compilação anônima. A Bíblia
de Estudo Dakes confirma autoria profética. A Bíblia de Estudo de Genebra
reforça fontes proféticas. Henry o vê como registro inspirado de história
sagrada. Champlin discute consistência com livros de Crônicas, mantendo
compiladores proféticos. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam,
destacando testemunho histórico.
Tema
O tema
central é o reino de Davi: sucesso pela obediência, juízo pelo pecado e
promessa eterna da aliança davídica. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza
profecias (2Sm 7:12-16, Messias) e tipos cristológicos (Davi como figura de
Cristo). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à integridade em liderança.
A Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê graça no
arrependimento, apontando para o Novo Testamento. Champlin explora temas de
monarquia e providência. Bruce destaca fidelidade e herança.
Destinatário
Os israelitas do reino unido e posterior, para
aprenderem com o modelo de Davi e manterem fidelidade. Como na Bíblia de Estudo
de Genebra, lições para nação. O Comentário Bíblico Beacon estende a crentes.
Henry aplica a cristãos como exemplo.
Versículos-chave
- 2
Samuel 7:12-16: Aliança davídica – Promessa de descendente eterno (Dakes e
Champlin).
- 2
Samuel 12:13: "O Senhor perdoou o teu pecado" – Arrependimento
(Aplicação Pessoal e Genebra).
- 2
Samuel 22:21-25: Louvor de Davi pela justiça (Henry e Bruce).
- 2
Samuel 23:2-5: Últimas palavras de Davi (Beacon e Davis).
- 2
Samuel 5:12: "Davi soube que o Senhor o confirmara rei" (Dakes).
Pessoas-chave
Davi (rei
central), Joabe (general), Absalão (filho rebelde), Bate-Seba, Natã (profeta),
Mefibosete, Abner, Urias, Simei. Dakes destaca Davi como homem segundo o
coração de Deus.
Lugares-chave
Jerusalém
(capital), Hebrom (reinado inicial), Gate (filisteus), Rabá (conquista),
Maanaim (rebelião de Absalão), Monte das Oliveiras. Davis fornece contextos,
Bruce discute estratégias.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. 2 Samuel
contém 24 capítulos, 695 versículos, aproximadamente 20.612 palavras, 88
perguntas, 28 profecias, 25 mensagens de Deus, 10 milagres, 150 comandos, 20
promessas.
Estrutura
Dividido em duas partes: Triunfos de Davi
(caps. 1-10: consolidação do reino, aliança); Tribulações de Davi (caps. 11-24:
pecado com Bate-Seba, rebeliões, censo, louvores). Dakes delineia progressão de
glória a disciplina. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve narrativa de
auge e declínio. Champlin destaca unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota
ciclos de bênção e juízo.
Introdução ao Livro de 1 Reis
|
O |
livro de 1 Reis, o décimo
primeiro da Bíblia e parte dos livros históricos, narra a transição do reinado
de Davi para Salomão, o apogeu do reino unido sob Salomão, a construção do
templo e a subsequente divisão do reino em Israel (norte) e Judá (sul),
cobrindo reis sucessores e introduzindo profetas como Elias. Baseado na Bíblia
de Estudo Dakes, que destaca anotações sobre profecias messiânicas, juízos
divinos e o declínio devido à idolatria, esta introdução é expandida com perspectivas
de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas, históricas e
aplicativas para uma visão mais ampla. Ele enfatiza as consequências da
obediência ou apostasia, apontando para a necessidade de fidelidade a Deus e
prefigurando o Reino eterno de Cristo.
Propósito
O
propósito principal é registrar a história do reino unido e dividido, ilustrando
como a fidelidade a Deus traz prosperidade e a desobediência leva à divisão e
juízo, servindo como lição para o povo de Deus. De acordo com a Bíblia de
Estudo Dakes, o livro documenta 19 reis, enfatizando promessas cumpridas
(templo) e advertências proféticas contra idolatria, com lições para evitar
pecados reais. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à vida
cotidiana, incentivando crentes a priorizarem sabedoria divina em decisões. O
Comentário Bíblico Beacon destaca o aspecto pentecostal de intervenção
profética (Elias). Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação
devocional: 1 Reis revela Deus julgando nações, tipificando juízo eterno.
Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico
de mostrar o declínio teocrático. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza a
formação ética, com narrativas promovendo monoteísmo e justiça.
Data e Local
Os eventos cobrem aproximadamente 970-853
a.C., do fim de Davi ao reinado de Acazias (Israel) e Josafá (Judá), escrito
possivelmente por volta de 560-550 a.C., durante o exílio babilônico, em Judá
ou Babilônia. A Bíblia de Estudo Dakes situa no século X-IX a.C., no contexto
do reino dividido. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o período salomônico,
cerca de 900 a.C., em Jerusalém. Champlin sugere influência de crônicas reais,
no exílio. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como Jerusalém
(templo) e Samaria (capital norte).
Autor
Tradicionalmente
Jeremias ou um profeta anônimo, baseado em fontes como "livros dos
reis" (1Rs 11:41). A Bíblia de Estudo Dakes confirma autoria profética. A
Bíblia de Estudo de Genebra reforça compilador exílico. Henry o vê como registro
inspirado. Champlin discute consistência com Crônicas, mantendo profeta. O
Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam, destacando perspectiva profética.
Tema
O tema
central é a fidelidade à aliança: prosperidade sob obediência (Salomão inicial)
e divisão/juízo sob idolatria (Jeroboão, Acabe). A Bíblia de Estudo Dakes
enfatiza profecias (1Rs 13:2, Josias) e tipos cristológicos (templo como
igreja). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à vigilância espiritual. A
Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê graça no juízo,
apontando para Cristo. Champlin explora temas de monarquia e profetismo. Bruce
destaca declínio e esperança.
Destinatário
Os judeus
exilados, para refletirem sobre causas da queda e retornarem à fidelidade. Como
na Bíblia de Estudo de Genebra, lições para nação. O Comentário Bíblico Beacon
estende a crentes. Henry aplica a cristãos.
Versículos-chave
- 1
Reis 3:12: Sabedoria concedida a Salomão (Dakes e Champlin).
- 1
Reis 8:56: Bênção no templo (Aplicação Pessoal e Genebra).
- 1
Reis 9:3: Deus consagra o templo (Henry e Bruce).
- 1
Reis 18:39: "O Senhor é Deus" no Carmelo (Beacon e Davis).
- 1
Reis 11:9-11: Queda de Salomão (Dakes).
Pessoas-chave
Salomão
(rei sábio), Davi (fim), Rainha de Sabá, Jeroboão (divisor), Roboão, Elias (profeta),
Acabe, Jezabel, Eliseu, Naamã. Dakes destaca Elias como tipo de João Batista.
Lugares-chave
Jerusalém
(templo), Samaria (capital Israel), Monte Carmelo (confronto), Rio Jordão,
Gileade, Sidom. Davis fornece contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. 1 Reis contém 22 capítulos, 816 versículos,
aproximadamente 24.524 palavras, 143 perguntas, 38 profecias, 30 mensagens de
Deus, 15 milagres, 180 comandos, 25 promessas.
Estrutura
Dividido
em Reinado de Salomão (caps. 1-11: sucessão, templo, glória, queda); Reino
Dividido (caps. 12-22: divisão, reis de Israel/Judá, ministério de Elias).
Dakes delineia progressão de unidade a divisão. A Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal descreve narrativa de ascensão e declínio. Champlin destaca unidade,
Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos de reforma e apostasia.
Introdução ao Livro de 2 Reis
|
O |
livro de 2 Reis, o décimo segundo
da Bíblia e continuação direta de 1 Reis nos livros históricos, narra o
declínio e queda dos reinos divididos de Israel e Judá, o ministério de profetas
como Eliseu e o exílio assírio e babilônico, destacando juízos divinos e raros
avivamentos. Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que enfatiza anotações sobre
profecias cumpridas, milagres proféticos e o ciclo de apostasia e
arrependimento, esta introdução é ampliada com perspectivas de outras fontes
evangélicas, integrando análises teológicas, históricas e aplicativas para uma
visão mais abrangente. Ele ilustra a justiça de Deus em punir o pecado
nacional, mas também Sua misericórdia em preservar um remanescente, apontando
para a restauração messiânica.
Propósito
O
propósito principal é registrar a história dos reinos divididos até sua
destruição, mostrando as consequências da idolatria e desobediência à aliança
mosaica, enquanto destaca intervenções proféticas para chamar ao
arrependimento. De acordo com a Bíblia de Estudo Dakes, o livro documenta 19
reis de Israel e 20 de Judá, enfatizando lições de obediência para evitar
juízo, com milagres de Eliseu como sinais de poder divino. A Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal aplica isso à vida cotidiana, incentivando crentes a
rejeitarem ídolos modernos e buscarem reforma pessoal. O Comentário Bíblico
Beacon destaca o aspecto pentecostal de ministérios proféticos como Eliseu, com
unção para milagres. Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação devocional:
2 Reis revela Deus como Juiz soberano, tipificando o juízo final e a
necessidade de arrependimento. Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota
o propósito histórico-teológico de explicar o exílio como cumprimento de
profecias. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza a formação ética, com
narrativas promovendo fidelidade profética em meio à corrupção.
Data e Local
Os
eventos cobrem aproximadamente 853-561 a.C., do ministério de Eliseu ao exílio
babilônico de Judá, escrito possivelmente por volta de 560-550 a.C., durante o
exílio, em Babilônia ou Judá. A Bíblia de Estudo Dakes situa no século IX-VI
a.C., no contexto do reino dividido. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o
período exílico, cerca de 550 a.C., em Samaria e Jerusalém. Champlin sugere influência
de crônicas proféticas, no exílio babilônico. O Dicionário da Bíblia de Davis
detalha locais como Samaria (queda de Israel) e Jerusalém (queda de Judá).
Autor
Tradicionalmente
Jeremias ou um profeta anônimo, baseado em fontes como "livros dos
reis" (2Rs 1:18). A Bíblia de Estudo Dakes confirma autoria profética. A
Bíblia de Estudo de Genebra reforça compilador exílico. Henry o vê como
registro inspirado de advertências divinas. Champlin discute consistência com
Crônicas, mantendo profeta. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam, destacando
perspectiva profética.
Tema
O tema
central é o juízo divino sobre a apostasia: obediência traz preservação,
enquanto idolatria leva à destruição, com profetas como voz de Deus. A Bíblia
de Estudo Dakes enfatiza profecias cumpridas (2Rs 17:13-18) e tipos
cristológicos (Eliseu como figura de Cristo). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
aplica à vigilância espiritual. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na
soberania. Henry vê graça no remanescente, apontando para o Novo Testamento.
Champlin explora temas de declínio teocrático e esperança. Bruce destaca
reforma e exílio.
Destinatário
Os judeus
exilados, para entenderem as causas do exílio e retornarem à fidelidade. Como
na Bíblia de Estudo de Genebra, lições para nação remanescente. O Comentário
Bíblico Beacon estende a crentes. Henry aplica a cristãos como advertência.
Versículos-chave
- 2
Reis 2:11: Ascensão de Elias – Poder profético (Dakes e Champlin).
- 2
Reis 17:7-23: Queda de Israel por pecados (Aplicação Pessoal e Genebra).
- 2
Reis 19:35: Anjo destrói assírios – Proteção divina (Henry e Bruce).
- 2
Reis 23:25: Reforma de Josias (Beacon e Davis).
- 2
Reis 25:21: Queda de Jerusalém (Dakes).
Pessoas-chave
Eliseu
(profeta milagroso), Elias (fim), Acabe (continuação), Jezabel, Naamã, Josias
(reformador), Ezequias, Manassés, Nabucodonosor, reis como Jeú, Joás, Jorão.
Dakes destaca Eliseu com 18 milagres.
Lugares-chave
Samaria (capital Israel), Jerusalém (capital
Judá), Monte Carmelo, Rio Jordão, Nínive, Babilônia, Damasco. Davis fornece
contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado na Bíblia de Estudo Dakes. 2 Reis contém 25 capítulos, 719
versículos, aproximadamente 23.517 palavras, 100 perguntas, 35 profecias, 28
mensagens de Deus, 20 milagres, 160 comandos, 18 promessas.
Estrutura
Dividido
em Ministério de Eliseu (caps. 1-13: sucessão de Elias, milagres, reis de Israel/Judá);
Declínio e Queda (caps. 14-25: reis sucessores, reforma de Ezequias/Josias,
exílio assírio de Israel, babilônico de Judá). Dakes delineia progressão de
profecia a cumprimento. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve narrativa
de declínio. Champlin destaca unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos
de reforma e juízo.
Introdução ao Livro de 1 Crônicas
|
O |
livro de 1 Crônicas, o décimo
terceiro da Bíblia e parte dos livros históricos, apresenta genealogias
extensas desde Adão até o período pós-exílio, focando no reinado de Davi e nas
preparações para o templo, enfatizando a continuidade da aliança davídica.
Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que destaca anotações sobre linhagens
proféticas e a importância do culto levítico, esta introdução é expandida com
perspectivas de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas,
históricas e aplicativas para uma visão mais ampla. Ele serve como
encorajamento ao povo remanescente pós-exílio, reafirmando a identidade de
Israel como nação eleita e apontando para o Messias descendente de Davi.
Propósito
O
propósito principal é fornecer um registro genealógico e histórico seletivo,
destacando a linhagem de Davi e o estabelecimento do culto no templo, para
fortalecer a fé do povo pós-exílio em meio à reconstrução. De acordo com a
Bíblia de Estudo Dakes, o livro enfatiza a soberania divina na preservação da
semente messiânica, com genealogias servindo como prova de promessas cumpridas.
A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à herança espiritual,
incentivando crentes a valorizarem sua identidade em Cristo. O Comentário
Bíblico Beacon destaca o aspecto pentecostal de organização eclesial. Matthew
Henry, em seu Comentário, foca na aplicação devocional: 1 Crônicas revela Deus
preservando Seu povo, tipificando a igreja como templo espiritual. Champlin, no
Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de unir
passado e presente. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza a formação
identitária, promovendo unidade pós-exílio.
Data e Local
Datado de
aproximadamente 450-400 a.C., escrito durante o período persa pós-exílio,
possivelmente em Jerusalém. A Bíblia de Estudo Dakes situa no século V a.C., no
contexto da restauração. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o período ezraico,
cerca de 430 a.C., em Judá. Champlin sugere influência de registros templários,
no segundo templo. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como
Jerusalém (foco) e Babilônia (exílio).
Autor
Tradicionalmente
Esdras, o escriba, baseado em estilo similar a Esdras-Neemias. A Bíblia de Estudo
Dakes confirma Esdras como compilador inspirado. A Bíblia de Estudo de Genebra
reforça autoria ezraica. Henry o vê como cronista divino. Champlin discute
consistência com fontes pós-exílicas, mantendo Esdras. O Comentário Bíblico
Beacon e Bruce concordam, destacando perspectiva sacerdotal.
Tema
O tema
central é a aliança davídica e o culto: genealogias afirmam herança, enquanto o
reinado de Davi modela liderança fiel. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza
profecias messiânicas (1Cr 17:11-14). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
aplica à fidelidade geracional. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania.
Henry vê graça na preservação, apontando para Cristo. Champlin explora temas de
continuidade histórica. Bruce destaca identidade e adoração.
Destinatário
O povo
judeu pós-exílio, para reafirmar raízes e encorajar reconstrução. Como na
Bíblia de Estudo de Genebra, lições para remanescente. O Comentário Bíblico
Beacon estende a crentes. Henry aplica a cristãos como herdeiros.
Versículos-chave
- 1
Crônicas 17:11-14: Aliança davídica eterna (Dakes e Champlin).
- 1
Crônicas 16:8-12: Louvor a Deus (Aplicação Pessoal e Genebra).
- 1
Crônicas 29:11: "Teu, ó Senhor, é o poder" (Henry e Bruce).
- 1
Crônicas 28:9: "Serve-o de coração perfeito" (Beacon e Davis).
- 1
Crônicas 4:10: Oração de Jabez (Dakes).
Pessoas-chave
Davi (rei
central), Salomão (sucessor), Natã (profeta), Asafe (levita), Abiatar, Joabe,
genealogias de Adão, Abraão, Judá, Levi. Dakes destaca Davi como tipo de
Cristo.
Lugares-chave
Jerusalém
(capital e templo), Hebrom, Gate, Gate-Obede-Edom (arca), Ornã (eira para
templo), tribos de Israel. Davis fornece contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. 1 Crônicas
contém 29 capítulos, 942 versículos, aproximadamente 20.369 palavras, 5
perguntas, 12 profecias, 15 mensagens de Deus, 5 milagres, 100 comandos, 10 promessas.
Estrutura
Dividido em Genealogias (caps. 1-9: de Adão a
pós-exílio), Reinado de Davi (caps. 10-29: morte de Saul, conquistas, arca,
organização, preparações para templo). Dakes delineia ênfase genealógica. A Bíblia
de Estudo Aplicação Pessoal descreve progressão de raízes a reinado. Champlin
destaca unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos de fidelidade.
Introdução ao Livro de 2 Crônicas
|
O |
livro de 2 Crônicas, o décimo
quarto da Bíblia e continuação de 1 Crônicas nos livros históricos, foca no
reinado de Salomão, a construção do templo e a história dos reis de Judá até o
exílio babilônico, culminando com o decreto de Ciro para a restauração. Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes, que destaca anotações sobre a importância do templo
como centro de adoração e profecias de restauração, esta introdução é
enriquecida com perspectivas de outras fontes evangélicas, oferecendo uma
análise teológica, histórica e aplicativa mais ampla. Ele encoraja o povo
pós-exílio a buscar obediência e reforma, reafirmando a fidelidade de Deus à
aliança davídica e apontando para o templo eterno em Cristo.
Propósito
O
propósito principal é narrar a história de Judá com ênfase positiva nos reis
fiéis, destacando o templo como símbolo de presença divina e as consequências
da obediência ou apostasia, para motivar o remanescente exílico à reconstrução
espiritual e física. De acordo com a Bíblia de Estudo Dakes, o livro enfatiza
lições de arrependimento e avivamento, com o templo como tipo da igreja. A
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à reforma pessoal, incentivando
crentes a priorizarem adoração em meio a declínios. O Comentário Bíblico Beacon
destaca o aspecto pentecostal de avivamentos sob reis como Ezequias. Matthew
Henry, em seu Comentário, foca na aplicação devocional: 2 Crônicas revela Deus
respondendo a orações humildes, tipificando graça no Novo Testamento. Champlin,
no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de
justificar o exílio e prometer restauração. Bruce, no Comentário Bíblico NVI,
enfatiza a identidade pós-exílica, promovendo fidelidade ao culto.
Data e Local
Datado de
aproximadamente 450-400 a.C., escrito durante o período persa pós-exílio,
possivelmente em Jerusalém. A Bíblia de Estudo Dakes situa no século V a.C., no
contexto da restauração. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o período ezraico,
cerca de 430 a.C., em Judá. Champlin sugere influência de registros templários,
no segundo templo. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como
Jerusalém (foco) e Babilônia (exílio).
Autor
Tradicionalmente
Esdras, o escriba, baseado em estilo similar a Esdras-Neemias. A Bíblia de Estudo
Dakes confirma Esdras como compilador inspirado. A Bíblia de Estudo de Genebra
reforça autoria ezraica. Henry o vê como cronista divino. Champlin discute
consistência com fontes pós-exílicas, mantendo Esdras. O Comentário Bíblico
Beacon e Bruce concordam, destacando perspectiva sacerdotal.
Tema
O tema
central é o templo e a obediência: adoração fiel traz bênçãos, enquanto
apostasia leva a juízo, com ênfase em reis reformadores. A Bíblia de Estudo
Dakes enfatiza profecias de restauração (2Cr 36:22-23). A Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal aplica à adoração contemporânea. A Bíblia de Estudo de
Genebra foca na soberania. Henry vê graça no avivamento, apontando para Cristo.
Champlin explora temas de teocracia e exílio. Bruce destaca esperança
pós-exílio.
Destinatário: O povo judeu pós-exílio, para reafirmar raízes e
encorajar reconstrução do templo. Como na Bíblia de Estudo de Genebra, lições
para remanescente. O Comentário Bíblico Beacon estende a crentes. Henry aplica
a cristãos como templos vivos.
Versículos-chave:
- 2
Crônicas 7:14: "Se o meu povo... humilhar-se... perdoarei o seu
pecado" – Chamado ao arrependimento (Dakes e Champlin).
- 2
Crônicas 16:9: "Os olhos do Senhor passam por toda a terra" –
Providência divina (Aplicação Pessoal e Genebra).
- 2
Crônicas 29:3: Reforma de Ezequias (Henry e Bruce).
- 2
Crônicas 36:23: Decreto de Ciro – Restauração (Beacon e Davis).
- 2
Crônicas 6:32: Inclusão de estrangeiros (Dakes).
Pessoas-chave
Salomão
(construtor do templo), Ezequias (reformador), Josias, Roboão (divisão),
Manassés, Asa, Joás, profetas como Natã, levitas. Dakes destaca Salomão como
tipo de Cristo reinante.
Lugares-chave
Jerusalém
(templo), Samaria (norte), Babilônia (exílio), Gate, Monte Moriá (templo),
cidades fortificadas de Judá. Davis fornece contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. 2 Crônicas
contém 36 capítulos, 822 versículos, aproximadamente 26.069 palavras, 10
perguntas, 15 profecias, 20 mensagens de Deus, 8 milagres, 120 comandos, 15 promessas.
Estrutura
Dividido
em Reinado de Salomão (caps. 1-9: sabedoria, templo, glória), Reis de Judá
(caps. 10-36: divisão, reformas, declínio, exílio, decreto de Ciro). Dakes
delineia ênfase em Judá. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve
progressão de glória a restauração. Champlin destaca unidade, Henry aplica
moralmente, Bruce nota ciclos de reforma.
Introdução ao Livro de Esdras
|
O |
livro de Esdras, o décimo quinto
da Bíblia e parte dos livros históricos, narra o retorno dos judeus do exílio
babilônico, a reconstrução do templo em Jerusalém e as reformas espirituais
lideradas por Esdras, enfatizando a restauração da nação sob a providência
divina. Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que destaca anotações sobre
cumprimento de profecias (Jr 29:10) e a pureza do povo, esta introdução é expandida
com perspectivas de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas,
históricas e aplicativas para uma visão mais ampla. Ele encoraja crentes a
buscarem renovação espiritual em tempos de transição, apontando para a
fidelidade de Deus em restaurar Seu povo.
Propósito
O
propósito principal é registrar os dois retornos do exílio (sob Zorobabel e
Esdras), a reconstrução do templo e reformas para pureza religiosa, demonstrando
como Deus cumpre promessas de restauração apesar de oposição. De acordo com a
Bíblia de Estudo Dakes, o livro enfatiza obediência à lei e separação do pagão,
servindo como lição para o remanescente. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
aplica isso à renovação pessoal, incentivando crentes a reconstruírem
"templos" espirituais. O Comentário Bíblico Beacon destaca o aspecto
pentecostal de avivamento comunitário. Matthew Henry, em seu Comentário, foca
na aplicação devocional: Esdras revela Deus usando governantes pagãos (Ciro,
Artaxerxes) para Seus propósitos, tipificando providência. Champlin, no
Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de validar a
continuidade judaica pós-exílio. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza
identidade nacional, promovendo pureza em meio a miscigenação.
Data e Local
Datado de
aproximadamente 457-444 a.C. para os eventos, escrito por volta de 450-400
a.C., em Jerusalém ou Judá. A Bíblia de Estudo Dakes situa no período persa,
pós-decreto de Ciro (538 a.C.). A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o século
V a.C., no contexto da Pérsia e Judéia. Champlin sugere influência de diários
oficiais, no segundo templo. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais
como Babilônia (exílio) e Jerusalém (retorno).
Autor
Tradicionalmente
Esdras, o escriba e sacerdote, baseado em seções em primeira pessoa (Ed 7-10).
A Bíblia de Estudo Dakes confirma Esdras como compilador inspirado. A Bíblia de
Estudo de Genebra reforça autoria ezraica. Henry o vê como registrador de
restauração divina. Champlin discute unidade com Neemias, mantendo Esdras. O
Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam, destacando perspectiva sacerdotal.
Tema
O tema
central é a restauração divina: retorno, reconstrução e reforma, com ênfase em
obediência à lei para bênçãos. A Bíblia de Estudo Dakes enfatiza cumprimento
profético e separação. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à perseverança
em oposição. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê graça na
renovação, apontando para Cristo como Sumo Sacerdote. Champlin explora temas de
teocracia pós-exílio. Bruce destaca pureza e identidade.
Destinatário
O povo
judeu pós-exílio, para encorajar fidelidade e reconstrução. Como na Bíblia de
Estudo de Genebra, lições para remanescente. O Comentário Bíblico Beacon
estende a crentes. Henry aplica a cristãos em "exílios" espirituais.
Versículos-chave
- Esdras
1:1-3: Decreto de Ciro – Cumprimento profético (Dakes e Champlin).
- Esdras
3:11: Louvor na fundação do templo (Aplicação Pessoal e Genebra).
- Esdras
7:10: Esdras propõe ensinar a lei (Henry e Bruce).
- Esdras
9:9: "Deus nos concedeu um pouco de alívio" (Beacon e Davis).
- Esdras
10:11: Chamado à separação (Dakes).
Pessoas-chave
Esdras
(líder reformador), Zorobabel (governador), Jesuá (sumo sacerdote), Ciro (rei
persa), Artaxerxes, Neemias (mencionado), profetas Ageu e Zacarias, Sambalate
(oponente). Dakes destaca Esdras como tipo de reformador.
Lugares-chave
Jerusalém
(reconstrução), Babilônia/Pérsia (exílio), altar do templo, província de Judá,
Além do Rio (região persa). Davis fornece contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. Esdras contém 10 capítulos, 280 versículos,
aproximadamente 7.440 palavras, 5 perguntas, 8 profecias, 10 mensagens de Deus,
3 milagres, 50 comandos, 5 promessas.
Estrutura
Dividido
em Retorno sob Zorobabel (caps. 1-6: decreto, reconstrução, oposição, conclusão
do templo), Retorno sob Esdras (caps. 7-10: comissão, jornada, reformas,
casamentos mistos). Dakes delineia ênfase em restauração. A Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal descreve progressão de físico a espiritual. Champlin destaca
unidade, Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos de oposição e vitória.
Introdução ao Livro de Neemias
|
O |
livro de Neemias, o décimo sexto
da Bíblia e continuação temática de Esdras nos livros históricos, narra o
retorno de Neemias do exílio persa, a reconstrução das muralhas de Jerusalém e
reformas espirituais para fortalecer a comunidade judaica. Baseado na Bíblia de
Estudo Dakes, que enfatiza anotações sobre oração eficaz, liderança piedosa e
cumprimento de promessas divinas, esta introdução é ampliada com perspectivas
de outras fontes evangélicas, integrando análises teológicas, históricas e
aplicativas para uma visão mais abrangente. Ele destaca como Deus usa
indivíduos dedicados para restaurar Seu povo, incentivando crentes a enfrentarem
oposição com fé e ação, apontando para Cristo como o Construtor da igreja.
Propósito
O
propósito principal é registrar a reconstrução física das muralhas de Jerusalém
e a renovação espiritual do povo, demonstrando liderança, oração e obediência
em meio a adversidades, para encorajar o remanescente pós-exílio a manter
pureza e unidade. De acordo com a Bíblia de Estudo Dakes, o livro ensina
princípios de organização e vigilância, com Neemias como modelo de intercessão.
A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica isso à superação de
"ruínas" pessoais, incentivando planejamento e perseverança. O
Comentário Bíblico Beacon destaca o aspecto pentecostal de unidade comunitária.
Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação devocional: Neemias revela
Deus prosperando obras de fé, tipificando reconstrução espiritual. Champlin, no
Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito histórico-teológico de mostrar
restauração nacional. Bruce, no Comentário Bíblico NVI, enfatiza formação
identitária, promovendo defesa contra assimilação.
Data e Local
Datado de
aproximadamente 445-432 a.C. para os eventos, escrito por volta de 430-400
a.C., em Jerusalém ou Judá, durante o reinado de Artaxerxes I. A Bíblia de
Estudo Dakes situa no século V a.C., no contexto persa pós-exílio. A Bíblia de
Estudo de Genebra confirma o período, cerca de 445 a.C., em Susã (início) e
Jerusalém (foco). Champlin sugere influência de memórias pessoais, no segundo
templo. O Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como Susã (corte persa)
e Jerusalém (muralhas).
Autor
Tradicionalmente
Neemias, baseado em seções em primeira pessoa (Ne 1-7; 12-13). A Bíblia de
Estudo Dakes confirma Neemias como autor inspirado. A Bíblia de Estudo de
Genebra reforça autoria neemiana, possivelmente compilada com Esdras. Henry o
vê como diário divino de liderança. Champlin discute unidade com Esdras,
mantendo Neemias. O Comentário Bíblico Beacon e Bruce concordam, destacando
testemunho eyewitness.
Tema
O tema
central é a reconstrução e renovação: física (muralhas) e espiritual (lei,
santidade), com oração e ação contra oposição. A Bíblia de Estudo Dakes
enfatiza intercessão (Ne 1) e vigilância. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
aplica à liderança cristã. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na providência.
Henry vê graça na perseverança, apontando para Cristo. Champlin explora temas
de teocracia e oposição. Bruce destaca unidade e pureza.
Destinatário
O povo
judeu pós-exílio, para motivar reconstrução e fidelidade. Como na Bíblia de
Estudo de Genebra, lições para remanescente. O Comentário Bíblico Beacon
estende a crentes. Henry aplica a cristãos em reformas.
Versículos-chave
- Neemias
1:4-11: Oração de Neemias – Intercessão (Dakes e Champlin).
- Neemias
2:20: "O Deus dos céus nos dará bom êxito" – Fé em ação
(Aplicação Pessoal e Genebra).
- Neemias
4:14: "Lembrai-vos do Senhor... pelejai" – Defesa (Henry e
Bruce).
- Neemias
8:10: "A alegria do Senhor é a vossa força" (Beacon e Davis).
- Neemias
6:15: Muralhas completas em 52 dias (Dakes).
Pessoas-chave
Neemias
(líder, copeiro), Artaxerxes (rei persa), Esdras (escriba), Sambalate, Tobias e
Gesém (opositores), Hanani (irmão), Zorobabel (mencionado), levitas. Dakes
destaca Neemias como tipo de líder.
Lugares-chave
Jerusalém
(muralhas e portas), Susã (capital persa), vale de Ono (intriga), templo, província
de Judá. Davis fornece contextos, Bruce discute geografia.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. Neemias contém 13 capítulos, 406 versículos,
aproximadamente 10.483 palavras, 20 perguntas, 5 profecias, 15 mensagens de
Deus, 2 milagres, 80 comandos, 10 promessas.
Estrutura
Dividido
em Reconstrução das Muralhas (caps. 1-7: chamada, oposição, conclusão, genealogia),
Reformas Espirituais (caps. 8-13: leitura da lei, confissão, dedicação,
correções). Dakes delineia ênfase em oração. A Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal descreve progressão de visão a vitória. Champlin destaca unidade, Henry
aplica moralmente, Bruce nota ciclos de oposição e renovação.
Introdução ao Livro de Ester
|
O |
livro de Ester, o décimo sétimo
da Bíblia e inserido nos livros históricos, narra a história de uma jovem judia
que se torna rainha da Pérsia e, por meio de coragem e providência divina,
salva seu povo de um genocídio planejado, durante o reinado de Assuero
(Xerxes). Baseado na Bíblia de Estudo Dakes, que destaca anotações sobre a ausência
do nome de Deus, mas presença implícita em coincidências providenciais e festas
como Purim, esta introdução é ampliada com perspectivas de outras fontes evangélicas,
integrando análises teológicas, históricas e aplicativas para uma visão mais
abrangente. Ele enfatiza como Deus opera nos bastidores para proteger Seu povo,
incentivando crentes a confiarem na soberania divina em tempos de perseguição,
apontando para Cristo como o Salvador definitivo.
Propósito
O propósito principal é registrar o livramento dos
judeus no exílio persa, ilustrando a providência divina em preservar a nação e
estabelecer a festa de Purim, servindo como lição de fé e coragem contra o mal.
De acordo com a Bíblia de Estudo Dakes, o livro demonstra que
"coincidências" são intervenções de Deus, advertindo contra
antissemitismo e promovendo gratidão. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal
aplica isso à vida cotidiana, incentivando crentes a agirem com ousadia em
crises. O Comentário Bíblico Beacon destaca o aspecto pentecostal de
empoderamento feminino (Ester). Matthew Henry, em seu Comentário, foca na
aplicação devocional: Ester revela Deus frustrando planos malignos, tipificando
vitória sobre o mal. Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o
propósito histórico-teológico de explicar origens de Purim. Bruce, no
Comentário Bíblico NVI, enfatiza identidade judaica no exílio, promovendo
fidelidade cultural.
Data e Local
Datado de aproximadamente 460-400 a.C., eventos
entre 483-473 a.C. (reinado de Xerxes), escrito possivelmente no século V-IV
a.C., no Império Persa ou Judá. A Bíblia de Estudo Dakes situa no período persa
pós-exílio. A Bíblia de Estudo de Genebra confirma o século V a.C., em Susã
(capital persa). Champlin sugere influência de tradições orais, no exílio. O
Dicionário da Bíblia de Davis detalha locais como Susã (palácio) e províncias persas.
Autor
Tradicionalmente Mordecai (Et 9:20-23), ou anônimo
judeu familiarizado com a corte persa. A Bíblia de Estudo Dakes confirma
Mordecai como compilador inspirado. A Bíblia de Estudo de Genebra reforça
autoria mordecaica. Henry o vê como registro providencial. Champlin discute
consistência com fontes persas, mantendo Mordecai. O Comentário Bíblico Beacon
e Bruce concordam, destacando testemunho eyewitness.
A posição crítica sobre o autor
A análise crítica sobre a autoria do Pentateuco
evoluiu ao longo dos tempos, conforme indicado por Ryrie (1994, p. 5).
Inicialmente, o livro de Génesis foi separado em dois documentos distintos, com
base na utilização de dois nomes diferentes para Deus: Elohim e Yaweh. Já por
volta de 1875, Julius Wellhausen apresentou a teoria dos quatro documentos, que
sugeria que o Pentateuco foi elaborado a partir de quatro fontes independentes.
Estas fontes seriam: J, escrita por um autor desconhecido em Judá por volta de
850 a.C.; E, atribuída a outro autor desconhecido no Reino do Norte, Israel,
por volta de 750 a.C.; D, associada ao sumo sacerdote durante as reformas do
rei Josias em 621 a.C.; e P, composta entre os períodos de Ezequiel e Esdras,
entre 600 e 450 a.C.
Contudo, as descobertas arqueológicas realizadas,
especialmente após a Primeira Guerra Mundial, têm vindo a confirmar a precisão
histórica do Pentateuco. Estas evidências revelaram práticas culturais comuns
no segundo milénio a.C., mas que foram abandonadas no milénio seguinte. Tais
descobertas levantam dúvidas sobre como um autor poderia ter conhecimento
dessas tradições, como por exemplo, o direito do primogénito a uma porção
dobrada, a venda do direito de primogenitura ou a validade de um testamento
oral, sem ter vivido no período em que estas práticas eram comuns (exemplo:
Génesis 48:17-20).
É amplamente aceite que Moisés utilizou registos
escritos e tradições orais sobre os eventos históricos anteriores à sua vida
para compilar o Pentateuco. Sob inspiração divina, ele documentou esses
acontecimentos, embora o relato da sua morte tenha sido escrito por outra
pessoa, como descrito em Deuteronómio 34.
Tema
O tema
central é a providência divina: Deus protege Seu povo por meios
"ocultos", com ênfase em jejum, oração e ação corajosa. A Bíblia de
Estudo Dakes enfatiza ausência de Deus nominal mas presença em reversões (Et
4:14). A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal aplica à confiança em crises. A
Bíblia de Estudo de Genebra foca na soberania. Henry vê graça na salvação,
apontando para Cristo. Champlin explora temas de ironia e festa. Bruce destaca
preservação étnica.
Destinatário
Os judeus dispersos, para celebrar Purim e reafirmar identidade. Como na
Bíblia de Estudo de Genebra, lições para diáspora. O Comentário Bíblico Beacon
estende a crentes. Henry aplica a cristãos perseguidos.
Versículos-chave
- Ester
4:14: "Quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada ao
reino?" – Propósito divino (Dakes e Champlin).
- Ester
4:16: "Se perecer, pereci" – Coragem (Aplicação Pessoal e
Genebra).
- Ester
8:17: Alegria e conversões (Henry e Bruce).
- Ester
9:22: Festa de Purim (Beacon e Davis).
- Ester
2:17: Ester coroada (Dakes).
Pessoas-chave: Ester (rainha heroína), Mordecai (tio e
conselheiro), Assuero/Xerxes (rei), Hamã (vilão), Vasti (rainha deposta), Bigtã
e Teres (conspiradores). Dakes destaca Ester como tipo de intercessora.
Lugares-chave
Susã
(capital e palácio), províncias persas (de Índia a Etiópia), cidadela de Susã,
portas do rei, praça da cidade. Davis fornece contextos, Bruce discute império
persa.
Estatísticas
Baseado
na Bíblia de Estudo Dakes. Ester contém 10 capítulos, 167 versículos, aproximadamente
5.637 palavras, 10 perguntas, 2 profecias, sem mensagens diretas de Deus (único
na Bíblia), 50 comandos, 5 promessas, 4 festas mencionadas.
Estrutura
Dividido
em Ascensão de Ester (caps. 1-2: banquete, deposição de Vasti, seleção de
Ester), Plano de Hamã (caps. 3-5: edito, jejum, banquetes), Livramento (caps.
6-10: honra a Mordecai, reversão, Purim). Dakes delineia ironias providenciais.
A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve progressão de ameaça a triunfo.
Champlin destaca unidade narrativa, Henry aplica moralmente, Bruce nota ciclos
de perigo e salvação.
Introdução ao Livro de Jó
|
O |
livro de Jó, o décimo oitavo da
Bíblia e o primeiro dos livros poéticos, é uma obra profunda que aborda o
mistério do sofrimento humano, a soberania de Deus e a integridade da fé em
meio a provações extremas, sem fornecer respostas simplistas. Baseado na Bíblia
de Estudo Dakes, que enfatiza anotações sobre diálogos teológicos, profecias
messiânicas (como Jó 19:25) e estatísticas detalhadas, esta introdução é
expandida com perspectivas de outras fontes evangélicas, integrando aspectos
teológicos, históricos e aplicativos para uma compreensão mais rica. Ele
desafia visões retributivas do sofrimento, revelando Deus como transcendente e
convidando à humildade, prefigurando a redenção em Cristo como o Sofredor
inocente.
Propósito
O
propósito central é explorar por que os justos sofrem, demonstrando que o
sofrimento não é sempre punição por pecado, mas pode ser um teste de fé,
enquanto glorifica a sabedoria divina e promove arrependimento. De acordo com a
Bíblia de Estudo Dakes, o livro refuta teologias falhas dos amigos de Jó,
destacando 42 perguntas de Deus para humilhar o homem. A Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal aplica isso a encorajar crentes em sofrimentos inexplicáveis,
focando em confiança em Deus. O Comentário Bíblico Beacon enfatiza o aspecto pentecostal
de perseverança espiritual. Matthew Henry, em seu Comentário, foca na aplicação
devocional: Jó ilustra paciência e submissão, tipificando Cristo no sofrimento.
Champlin, no Comentário Bíblico Exaustivo, nota o propósito teológico de
questionar justiça retributiva, promovendo teodiceia poética. Bruce, no
Comentário Bíblico NVI, vê como lição de humildade intelectual ante o mistério
divino.
Data e Local
Tradicionalmente
datado de 2000-1800 a.C., durante a era patriarcal (sem menção à lei mosaica ou
Israel), possivelmente escrito no século XV a.C. por Moisés. A Bíblia de Estudo
Dakes situa os eventos na terra de Uz, leste de Canaã (possivelmente Edom). A
Bíblia de Estudo de Genebra confirma o período pré-mosaico, no contexto nômade.
Champlin sugere o século X-VI a.C. para composição final, influenciado por
sabedoria oriental, em Uz perto de Edom. O Dicionário da Bíblia de Davis
detalha Uz como região árabe, com datação ligada a referências patriarcais.
Autor
Desconhecido,
mas tradicionalmente Jó ou Moisés, baseado em estilo poético e referências (Jó
42:16). A Bíblia de Estudo Dakes atribui a Moisés como compilador inspirado. A
Bíblia de Estudo de Genebra reforça autor anônimo da era salomônica ou exílica.
Henry sugere um sábio judeu preservando tradição oral. Champlin discute origens
em lendas edomitas, com redação final pós-exílio. O Comentário Bíblico Beacon e
Bruce concordam com autoria anônima, destacando gênero de sabedoria.
Tema
O tema
principal é o sofrimento do justo e a soberania de Deus: fé testada revela
integridade, enquanto diálogos expõem limitações humanas. A Bíblia de Estudo Dakes
enfatiza redenção (Jó 19:25) e Satanás como acusador. A Bíblia de Estudo Aplicação
Pessoal aplica à resiliência em trials. A Bíblia de Estudo de Genebra foca na
justiça divina além da compreensão. Henry vê graça na restauração, apontando
para o Redentor. Champlin explora temas de teodiceia e criação. Bruce destaca
humildade e esperança.
Destinatário
Primariamente
judeus pós-exílio, para consolar em sofrimentos nacionais. Como na Bíblia de
Estudo de Genebra, lições atemporais para crentes. O Comentário Bíblico Beacon
estende a sofredores espirituais. Henry aplica a cristãos testados.
Versículos-chave
- Jó
1:21: "Nu saí do ventre de minha mãe... o Senhor o deu, o Senhor o
tomou" – Submissão (Dakes e Champlin).
- Jó
19:25: "Eu sei que o meu Redentor vive" – Esperança messiânica
(Aplicação Pessoal e Genebra).
- Jó
42:5: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te
veem" – Revelação (Henry e Bruce).
- Jó
13:15: "Ainda que ele me mate, nele esperarei" (Beacon e Davis).
- Jó
38:4: "Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da
terra?" (Dakes).
Pessoas-chave
Jó
(protagonista sofredor), Elifaz, Bildade e Zofar (amigos), Eliú (jovem
intercessor), Satanás (adversário), Deus (voz final), esposa de Jó, filhos.
Dakes destaca Jó como tipo de justo sofredor.
Lugares-chave
Terra de
Uz (casa de Jó), leste (amigos), céu (conselho divino), portais da morte
(simbólico). Davis fornece contextos edomitas, Bruce discute simbolismo.
Estatísticas
Baseado na Bíblia de Estudo Dakes. Jó contém 42 capítulos, 1.070
versículos, aproximadamente 10.102 palavras, 330 perguntas (160 por Jó), 6 profecias,
18 mensagens de Deus, 4 milagres, 50 comandos, 10 promessas.
Estrutura
Dividido
em Prólogo em prosa (caps. 1-2: prosperidade, provações), Diálogos poéticos
(caps. 3-31: lamento de Jó, respostas de amigos), Discursos de Eliú (caps.
32-37: juventude e justiça), Resposta de Deus (caps. 38-41: criação e
mistério), Epílogo em prosa (cap. 42: arrependimento, restauração). Dakes
delineia ciclos de debates. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal descreve
progressão de desespero a revelação. Champlin destaca unidade literária, Henry
aplica moralmente, Bruce nota gêneros mistos.