LIVROS PERDIDOS CITADOS PELA BÍBLIA SAGRADA


A menção de vários livros que não foram preservados ou conhecidos por gerações posteriores até os dias atuais na Bíblia Sagrada é de fato intrigante e suscita curiosidade sobre o conteúdo dessas obras. Vamos examinar um pouco mais sobre esses livros mencionados:

 ANTIGO TESTAMENTO

O Livro do Convênio

O Livro do Convênio: Mencionado em Êxodo 24.4,7, este livro continha as leis de Deus escritas por Moisés. É possível que seu conteúdo tenha sido incorporado em outros textos da Bíblia.

 

Livro das Guerras de Javé: Referenciado em Números 21.14-15, este livro registra as guerras e vitórias do povo de Israel. Infelizmente, não temos mais acesso a esse livro.

 

Livro do Justo: Mencionado em Josué 10.12-13 e 2 Samuel 1.18, este livro contém cânticos e provérbios. Pode ter sido uma coleção de poemas e ditos.

 

Provérbios e Cânticos de Salomão: Encontrado em 1 Reis 4.32-33, este livro continha os muitos provérbios e cânticos de Salomão sobre a natureza e a sabedoria.

 

Livro dos Atos de Salomão: Referido em 1 Reis 11.41, este livro registrava os feitos e a sabedoria de Salomão.

 

Livro das Crônicas dos Reis de Israel e de Judá: Mencionado em vários versículos, este livro continha registros detalhados dos reinados dos reis de Israel e de Judá.

 

Livro do Profeta Natã: Citado em 1 Crônicas 29.29 e 2 Crônicas 9.29, este livro continha os atos do rei Davi, registrados pelo profeta Natã.

 

Livro de Samuel, o Vidente: Similar ao livro de Natã, este livro continha registros dos atos de Davi, escritos pelo profeta Samuel.

 

Livro de Aías, o Silonita: Mencionado em 2 Crônicas 9.29, este livro continha registros adicionais dos feitos de Salomão.

 

Livro de Ado, o Vidente: Citado em 2 Crônicas 9.29, este livro continha visões e registros proféticos sobre os reinados.

 

Livros de Semaias, o profeta: Referidos em 2 Crônicas 12.15, estes livros continham registros dos atos dos reis de Judá e de Israel.

 

Livro dos Reis de Judá e Israel: Mencionado em 2 Crônicas 16.11 e 2 Crônicas 27.7, este livro continha registros dos feitos dos reis de Judá e de Israel.

 

Livro dos Reis: Citado em 2 Crônicas 24.27, este livro continha registros dos filhos dos reis e da restauração da casa de Deus.

 

Anais dos Reis de Israel: Mencionados em 2 Crônicas 33.18, estes anais continham registros dos feitos de Manassés e dos profetas que falaram ao rei.

 

Comentários de Jeú, filho de Hanani: Citados em 2 Crônicas 20.34, estes comentários continham registros dos atos de Josafá.

 

A História de Osias, por Isaías, filho de Amós, o profeta: Encontrada em 2 Crônicas 26.22, esta história continha registros dos atos do rei Osias.

 

Palavras de Hozai: Citadas em 2 Crônicas 33.19, estas palavras continham registros dos atos de Manassés antes de sua penitência.

 

Livros dos Medos e dos Persas: Mencionados em Ester 10.1-2, estes livros continham registros do reinado do rei Assuero.

 

Anais do Pontificado de João: Citados em 1 Macabeus 16.23-24, estes anais continham registros dos atos do sumo sacerdote João.

 

Descrições de Jeremias, o profeta: Encontradas em 2 Macabeus 2.1,4-6, estas descrições continham registros das ações de Jeremias, incluindo a ocultação do tabernáculo.

 

Memórias e Comentários de Neemias: Citados em 2 Macabeus 2.13, estas memórias continham registros das ações de Neemias, incluindo a formação de uma biblioteca.

 

Os Cinco Livros de Jasão de Cirene: Mencionados em 2 Macabeus 2.19-23, estes livros continham registros das guerras e vitórias dos Macabeus.

A Epístola Prévia de Paulo aos Coríntios: Esta carta mencionada em 1 Coríntios 5.9-10 não foi preservada e, portanto, não faz parte do cânon do Novo Testamento. É possível que Paulo tenha escrito outras cartas para os Coríntios que não foram preservadas ou que não foram consideradas inspiradas pela igreja primitiva.

 

Epístola de Paulo aos Laodicenses: Esta carta mencionada em Colossenses 4.15-16 também não foi preservada e não está incluída no cânon do Novo Testamento. Parece que Paulo escreveu uma carta aos Laodicenses que não chegou até nós.

 

A Profecia de Enoque: Jude faz referência à profecia de Enoque em sua epístola, citando-a como inspirada. Esta profecia não está incluída no Antigo Testamento e tampouco faz parte do cânon judaico, mas é interessante notar que Jude a considera digna de ser citada.

 

A Disputa pelo Corpo de Moisés: Jude também menciona um evento envolvendo o arcanjo Miguel e o diabo disputando o corpo de Moisés, o que não é encontrado em nenhum outro lugar das Escrituras. Esta passagem é enigmática e não temos outros relatos ou detalhes sobre esse evento.

 

Em relação à afirmação de Pedro sobre as epístolas de Paulo como Escritura Sagrada, é importante notar que Pedro reconhece a sabedoria dada a Paulo e a inspiração de suas epístolas. Isso sugere que as epístolas de Paulo eram altamente respeitadas e consideradas autoritativas na igreja primitiva. No entanto, a menção específica de Pedro não confirma a existência das epístolas prévia aos Coríntios ou aos Laodicenses como parte do cânon inspirado.

 

Essas referências levantam questões intrigantes sobre a composição e a transmissão das Escrituras, bem como sobre o entendimento e a autoridade das escrituras na igreja primitiva. No entanto, o cânon do Novo Testamento foi estabelecido pela igreja primitiva com base na inspiração divina e na aceitação geral dos crentes, e os livros que compõem o cânon foram considerados como a Palavra de Deus inspirada e autoritativa.


PEDRAS PRECIOSAS NAS ESCRITURAS

As pedras preciosas mais valiosas e conhecidas do mundo são o diamante, a safira, a turmalina, a esmeralda, o rubi, a pérola e o cristal. Na Bíblia, é citada uma variedade muito grande de pedras preciosas.(Bíb. Preg, p.3960)[i] A primeira pedra preciosa mencionadas na Bíblia é a “pedra sardônica” ou o “ônix” (Gn 2.12) e a última Apocalipse 21.19-20. Encontram-se os nomes de quase todas as pedras precjosas mencionadas nas Escrituras, nas três grandes listas: 1) Das doze joias no peitoral do sumo sacerdote, (Êx 28.17; 39.10-13). é apresentada a mais extensa lista de pedras preciosas. 2) Das joias do rei de Tiro, Ez 28.13. 3) Dos doze fundamentos da muralha da Nova Jerusalém, Ap 21.19,20.

Nomeiam-se as seguintes:

Ouro,[1] Gn 2.8. Ágata, Êx 28.19; 39.12. Âmbar, Ez 1.4(a). Ametista, Êx 28 .19; 39.12; Ap 21.20. Berilo[2], Êx 28. 20; 39.12. Carbúnculo, Êx 28. 17; Ez 28.13. Cristal,[3] Jó 28.17; Pérolas[4], Jó 28.18. Diamante,[5] Êx 28.18. Esmeralda, Êx 28.18; Ez 28.13; Ap 21.19. Jacinto,[6] Êx 28.19; 39.12; Ez 37.34; Ct 5.14; Ap 9.17; 21.20. Jaspe,[7] Êx 28.20; 39.13; Ez 28.13; Ap 4.3; 21.11,19. Ônix,[8] Êx 28.20; Ez 28.13. Rubi,[9] Is 54.12. Safira,[10] Êx 28.18. Sárdio,[11] Êx 28.17. Sardónica,[12] Ap 4.3; 21.20. Calcedônia,[13] Ap 21.20. Crisólito, Ap 21.20. Crisópraso, Ap 21.20. Pérola, Ap 21.21. Topázio, Êx 28.18; Ez 28.13; Ap 21.20.


[1] Ouro é mencionado 482 vezes - VT (441); NT (41). A primeira em Gn 2.11 e a última Apocalipse 21.21, as ruas da  nova Jerusalém.

[2] Êx 28:20; Êx 39:13; Ez 1:16; Ez 10:9; Ez 28:13; Dn 10:6; Ap 21:20

[3] Conhecido “jaspe cristalino” Êx 28:18; Êx 39:11; Jr 17:1; Ez 3:9; Ez 28:13; Zc 7:12

[4] PÉROLA C t4:9; Mt 13:46; Ap 21:21 PÉROLAS Jó 28:18; Pv 3:15; Pv 20:15; Mt 7:6; Mt 13:45; 1Tm 2:9; Ap 17:4; Ap 18:12; Ap 18:16; Ap 21:21.

[5] talvez jaspe, ônix, ou diamante.

[6] Pedra semipreciosa, geralmente alaranjada.

[7] O jaspe é uma pedra preciosa de várias cores, sendo uma variedade de quartzo com colorações diversas, incluindo púrpura, azul, verde, bronze, vermelho, pardo e amarelo. Existem tipos como o Aeizusa, semelhante ao céu, e o Cristalizusa, claro como cristal. Plínio menciona um jaspe branco chamado Astrios, que ele descreve como "próximo ao cristal", encontrado na Índia e nas costas de Palene (Gill, Bíblia Olyne 3.0, 2393). Essa pedra é mencionada apenas seis vezes na bíblia.

[8] Ônix. Gn 2.12; Êx 25.7; Êx 28.9; Êx 28:20; Êx 35:9;Êx 35.27; Êx 39.6; Êx 39.13; 1Cr 29:2; Jó 28:16; Ez 28:13, ARA. Com camadas paralelas de diferentes tons Provavelmente ônix, crisópraso, berilo, malaquita. uma espécie de mármore com camadas policrômicas (coloridas). O ônix é uma pedra de várias cores. Uma cor bastante frequente de se deparar é o ônix, que tem um tom de preto.

[9] nossa versão portuguesa traduz variegadamente a palavra por “pérolas”, “joias” ou “corais” e nenhuma vez por rubi exeto em Isaías 54.12, ARA, Berilo NTLH, dkdk kadkod, só em Isaías 54.12 e Ezequiel 27.16, que “coral e rubis” TB, “corais e cristais” DO. O termo grego xalkedôn aparece em Apo. 21:19, e algumas versões também traduzem essa palavra por rubi. Esta pedra é relativamente rara e preciosa. o rubi é uma variedade de coríndon (óxido de aluminio). Sua cor vai do vermelho ao carmesim profundo. Depois do diamante, é o mineral de maior dureza que se conhece. As melhores gemas encontram-fole em Burma.

[10] Pedra preciosa, Tobias, 13.16, chamada em Hebreu. hebraica é sappir; a grega isappheiros.A primeira vez em Êx 24.10; Êx 28.18; Êx 39:11; Jó 28:6; Jó 28:16; Lm 4:7; Ez 1:26; Ez 10:1; Ez 28:13; At 5:1; O equivalente grego aparece em Apo. 21.19, no total 11 vezes. Algumas vezes, a palavra aparentemellte se refere ao lápis-Iazúli. Tem cor azulada, é transparente ou transluzente. É menos resistente que o diamante, e muito apreciada. Essa é a pedra mais dura mencionada na Bíblia. Antigamente vinha da índia e da Etiópia. O Ceilão tem sido a principal fonte desta pedra há 2,5 mil anos, além de produzir também rubis.

[11] No hebraico, Mda odem; no grego, sardiov  sárlion, existem dois tipos, o primeiro é chamado de cornalina (por causa da cor-de-carne) e o segundo, sárdio. Trata-se de uma variedade transparente de sílica (dióxido de sílica), muito fina. primeira fila do Racional do Juízo que o Sumo Sacerdote trazia ao peito, Êx 28. 17; e o sexto dos doze fundamentos da Nova Jerusalém, Êx 28. 17; Ap 21.20. Torna-se marrom ou marrom laranja mediante luz refletida, mas vermelho profundo mediante luz transmitida.

[12] Camadas de diferentes cores, escura alaranjada ou vermelha brancas ou brancas azuladas. Josefo, em um lugar, e em outros, traduz por eárdio, que é uma variedade de calcedónia. Guerras 5. 5, 7. Antig. 3. 7, 5. O quinto pedra dos doze fundamentos da muralha da Nova Jerusalém.

[13] Deriva-se de uma palavra grega que significa “similar ao cobre”. As cores variam entre o branco-cinzento, ou branca leitosa, o pardo, o azul. Tem o brilho da cera e, portanto, mais baço que o quartzo típico. Suas variedades incluem o crisópraso, a ágata e o ônix. Todas elas são dotadas de grão fino. Até ao período da Idade Média não era conhecida por este nome. Muitos artigos decorativos são feitos dessa pedra. O terceiro fundamento da Nova Jerusalém.



[i] Bíblia do Pregador Pentecostal, SP : Sociedade Bíblica do Brasil, 2016.

OS MATERIAIS USADOS COMO PEDRAS PRECIOSAS

As pedras preciosas foram muito usadas na manufatura como são até hoje. Seque uma listra alusão a joias na bíblia:

Elementos originários

Prata: Mencionada em Êxodo 3.22, a prata é um metal precioso frequentemente usado na Bíblia para fins ornamentais e como meio de troca. (Êx 3.22) Hebraico. “Pok keceph”, É a segunda mais citada, cerca de 280 vezes.[1]

Diamante. Referido em Jeremias 17.1, o diamante é uma das pedras preciosas mais duras e valiosas, simbolizando resistência e pureza.

Ferro. Citado em 2 Crônicas 18.10, o ferro é um metal forte e durável usado em várias aplicações, incluindo armas e ferramentas

Ouro. Mencionado em Salmos 21.3, o ouro é um dos metais preciosos mais valorizados e é frequentemente associado à riqueza, à realeza e à glória divina. Aparecem na bíblia 480 vezes

Conectas

Bronze. Referido em 2 Crônicas 24.12, o bronze é uma liga metálica composta principalmente de cobre e estanho, frequentemente usado na fabricação de utensílios e instrumentos.

Latão Citado em Apocalipse 1.15, “ARC” o termo "latão" na Bíblia pode se referir a uma liga metálica semelhante ao bronze ou cobre.

Óxidos de alumínio

Diamante (Ez 3.9)

Safira. Mencionada em Êxodo 24.10, a safira é uma pedra preciosa de cor azul intensa, frequentemente associada à nobreza e à divindade.

Rubi Referido em Lamentações 4.7, o rubi é uma pedra preciosa de cor vermelha intensa, simbolizando paixão, amor e vitalidade. (Lm 4.7, ARC; veja corais, ARA)

Óxidos de silício

Crisópraso: Citado em Apocalipse 21.20, o crisópraso é uma variedade de quartzo verde, usado em joalheria e ornamentação.

 

Ametista: Também mencionada em Apocalipse 21.20, a ametista é uma variedade de quartzo de cor violeta, apreciada por sua beleza e valor.

 

Ágata: Referida em Isaías 54.12, a ágata é uma variedade de calcedônia com faixas coloridas, frequentemente utilizada na fabricação de joias e ornamentos.

 

Cristal: Citado em Apocalipse 21.11, o cristal é uma forma de quartzo transparente, valorizada por sua transparência e brilho.

 

Calcedônia: Mencionada em Apocalipse 21.19, a calcedônia é uma variedade de quartzo de cor azulada ou acinzentada, utilizada em joalheria e esculturas.

 

Ônix: Referido em Ezequiel 28.13, o ônix é uma variedade de calcedônia com faixas coloridas, frequentemente usada em joalheria e talhas ornamentais.

 

Sardônica: Citada em Apocalipse 4.3, a sardônica é uma variedade de calcedônia com faixas vermelhas e brancas, valorizada por sua aparência distintiva.

 

Sardônio: Também mencionado em Apocalipse 21.20, o sardônio é uma variedade de calcedônia com faixas vermelhas e brancas, utilizada em joalheria.

 

Sárdio: Referido em Apocalipse 21.20, o sárdio é uma variedade de calcedônia com tonalidades avermelhadas, apreciada por sua beleza.

Berilo:[2] Mencionado em Apocalipse 21.20, o berilo é um mineral de silicato utilizado na fabricação de gemas preciosas, como a esmeralda.

 

Carbúnculos: Citados em Isaías 54.12, os carbúnculos são gemas vermelhas de aparência brilhante e intensa, frequentemente usadas em joalheria.[3] (Is 54.12; ARA,TB, NVI, berilo NTLH

 

Crisólito: Referido em Êxodo 28.17 e Apocalipse 21.20, o crisólito é uma variedade de berilo verde, valorizado como gema preciosa.

 

Esmeralda: Citada em Apocalipse 21.19, a esmeralda é uma variedade de berilo de cor verde intensa, amplamente apreciada por sua beleza.

 

Jade: Mencionado em Ezequiel 28.13, o jade é uma pedra semipreciosa de silicato de magnésio e cálcio, conhecida por sua dureza e valor ornamental.

 

Granada: Referida em Ezequiel 27.16, a granada é uma gema de cor vermelha intensa, frequentemente utilizada em joalheria e ornamentos.

 

Turquesa: Citada em Êxodo 28.19, a turquesa é uma pedra semipreciosa de cor azul-esverdeada, valorizada por sua aparência única e beleza.

 

Lígure (jacinto): Também mencionado em Êxodo 28.19, o lígure é uma pedra preciosa de cor azul-violeta, apreciada por sua raridade e valor.

 

Topázio: Citado em Apocalipse 21.20, o topázio é uma gema de silicato de alumínio e flúor, conhecida por sua variedade de cores e brilho.

 

Madrepérola: (Et 1.6 NVI), alabastro[4] (ARA, ARC)

Material orgânico

Âmbar: Referido em Ezequiel 1.4 na versão Almeida Revista e Corrigida (ARC), o âmbar é uma resina fossilizada de cor amarela ou alaranjada, frequentemente usada em joalheria e ornamentos.

 

Pérola: Citada em Mateus 13.45, a pérola é uma gema orgânica produzida por moluscos, altamente valorizada por sua beleza e brilho.

 

Coral: Mencionado em Jó 28.18, o coral é uma substância orgânica formada por esqueletos de animais marinhos, valorizada por sua cor vibrante e utilizada em joalheria e decoração.

Alguns dos termos usados dessas joias, às veze vareiam em algumas traduções. Exemplo: Ezequiel 28.13, na ARC não tem a palavra “berilo” como aparecem na ARA, NVI, TB. Aparece “turquesa”. ARC,DO, ACF.  

Dessas pedras, há mais citada nas sagradas escrituras e: “Ouro”, 482 vezes, a segunda "Prada”, com 280 vezes.

1.   No Éden (Gn 2.11);

2.   Com Adão (Gn 2.12);

3.   Com Abraão (Gn 15.3-21).



[1] PRATA. Gn 13.2; Gn 20.16; Gn 23.15; Gn 23.16; Gn 24.35; Gn 24.53; Gn 37.28; Gn 44.2; Gn 44.8; Gn 45.22; Êx 3.22;Êx 11.2; Êx 12.35; Êx 20.23; Êx 21.32; Êx 25.3; Êx 26.19; Êx 26.21; Êx 26.25; Êx 26.32;Êx 27.10; Êx 27.11; Êx 27.17; Êx 31.4; Êx 35.5; Êx 35.24; Êx 35.32; Êx 36.24; Êx 36.26;Êx 36.30; Êx 36.36; Êx 38.10; Êx 38.11; Êx 38.12; Êx 38.17; Êx 38.19; Êx 38.25;Êx 38.27; Lv 5.15; Lv 27.3; Lv 27.6; Lv 27.16; Nm 7.13; Nm 7.19; Nm 7.25; Nm 7.31;Nm 7.37; Nm 7.43; Nm 7.49; Nm 7.55; Nm 7.61; Nm 7.67; Nm 7.73; Nm 7.79; Nm 7.84;Nm 7.85; Nm 10.2; Nm 22.18; Nm 24.13; Nm 31.22; Dt 7.25; Dt 8.13; Dt 17.17;Dt 22.19; Dt 22.29; Dt 29.17; Js 6.19; Js 6.24; Js 7.21; Js 7.22; Js 7.24; Js 22.8;Js 24.32; Jz  5.19; Jz  9.4; Jz  16.5; Jz  17.2; Jz  17.3; Jz  17.4; Jz  17.10;1Sl  2.36;1Sl  9.8;2Sl  8.10; 2Sl  8.11; 2Sl  18.11; 2Sl  18.12; 2Sl  21.4; 2Sl  24.24; 1Rs 7.51; 1Rs 10.21;1Rs 10.22; 1Rs 10.25; 1Rs 10.27;1Rs 10.29;1Rs 15.15;1Rs 15.18;1Rs 15.19;1Rs 16.24;1Rs 20.3;1Rs 20.5;1Rs 20.7;1Rs 20.39;2Rs 5.5;2Rs 5.22;2Rs 5.23;2Rs 5.26;2Rs 6.25;2Rs 7.8;2Rs 12.13; 2Rs 14.14; 2Rs 15.19; 2Rs 15.20; 2Rs 16.8; 2Rs 18.14; 2Rs 18.15; 2Rs 20.13;2Rs 23.33; 2Rs 23.35; 2Rs 25.15; 1Cr 18.10; 1Cr 18.11; 1Cr 19.6; 1Cr 22.14; 1Cr 22.16; 1Cr 28.14;1Cr 28.16; 1Cr 28.17; 1Cr 29.2; 1Cr 29.3; 1Cr 29.4; 1Cr 29.5; 1Cr 29.7; 2Cr 1.15; 2Cr 1.17; 2Cr 2.7;2Cr 2.14; 2Cr 5.1; 2Cr 9.14; 2Cr 9.20; 2Cr 9.21; 2Cr 9.24; 2Cr 9.27; 2Cr 15.18; 2Cr 16.2; 2Cr 16.3;2Cr 17.11; 2Cr 21.3; 2Cr 24.14; 2Cr 25.6; 2Cr 25.9; 2Cr 25.24; 2Cr 27.5; 2Cr 32.27; 2Cr 36.3;Ed 1.4; Ed 1.6; Ed 1.9; Ed 1.10; Ed 1.11; Ed 2.69; Ed 5.14; Ed 6.5; Ed 7.15; Ed 7.16;Ed 7.18; Ed 7.22; Ed 8.25; Ed 8.26; Ed 8.28; Ed 8.30; Ed 8.33; Ne 5.15; Ne 7.71; Ne 7.72;Et 1.6; Et 3.9; Et 3.11; Et 4.7; Jó 3.15; Jó 22.25; Jó 27.16; Jó 27.17; Jó 28.1; Jó 28.15; Sl  12.6;Sl  66.10; Sl  68.13; Sl  68.30; Sl  105.37; Sl  115.4; Sl  119.72; Sl  135.15; Pv 2.4; Pv 3.14;Pv 8.10; Pv 8.19; Pv 10.20; Pv 16.16; Pv 17.3; Pv 22.1; Pv 25.4; Pv 25.11; Pv 26.23; Pv 27.21;Ec 2.8; Ec 12.6; Ct 1.11; Ct 3.10; Ct 8.9; Ct 8.11; Is 1.22; Is 2.7; Is 2.20; Is 7.23; Is 13.17;Is 30.22; Is 31.7; Is 39.2; Is 40.19; Is 46.6; Is 48.10; Is 60.9; Is 60.17; Jr 6.30; Jr 10.4;Jr 10.9; Jr 32.9; Jr 52.19; Ez 7.19; Ez 16.13; Ez 16.17; Ez 22.18; Ez 22.20; Ez 22.22;Ez 27.12; Ez 28.4; Eze38.13; Dn2.32; Dn2.35; Dn2.45; Dn5.2; Dn5.4; Dn 5.23;Dn 11.8; Dn 11.38; Dn 11.43; Os 2.8; Os 3.2; Os 8.4; Os 9.6; O 13.2; Jl 3.5; Nu 2.9; Hc 2.19; Sf 1.11; Sf 1.18; Ag 2.8; Zc 6.11; Zc 9.3; Zc 11.12; Zc 11.13; Zc 13.9; Zc 14.14;Ml 3.3; Mt 10.9; Mt 26.15; Mt 27.3; Mt 27.5; Mt 27.9; At 3.6; At 17.29; At 19.24; At 20.33;1Co 3.12; 2Tm 2.20; Tg 5.3; 1Pe 1.18; Ap 9.20; Ap 18.12.

[2] Pedra semipreciosa, verde ou verde-azulada, Tradução da palavra hebraica Tarshish, vyvrt, as referências: Êx 28:20; Êx 39:13; Ez 1:16; Ez 10:9; Ez 28:13; Dn10:6; Ap21:20.

[3] Pedra preciosa, incerta, talvez o rubi ou a esmeralda. No xdqa ‘eqdach= brilho de fogo, faiscar. (Bíblia 3.0 hebpot). esmeralda (segundo Josefo) Segundo DUOGLAS, p.709, no Heb. Bareqet, (Êx 28.17; 39.10), e bareqat em (Ez 28.13). Simbolização onde satanás abitava. No texto de Isaías xdqa ‘eqdach, no hebraico. 

[4] Pedra branca, pouco resistente, é uma variedade de fino gipso de cor branca. O Alabasto antigo era uma variedade de carbonato calsio produzido por depósito gradual diluído em água, Material que foi fabricada a redoma, cheia de bálsamo que ungiu a cabeça de Jesus em Betânia, Mt 26.7; Mc 14.3; cf. com Lc 7.37. o alabasto moderno é uma pedra mais molo, uma faredade de gesso.

VEGETAIS E FLORES NA BÍBLIA

Alhos – "Alhos" é uma referência aos alhos mencionados na Bíblia, no livro de Números 11:5. Nesse versículo, os israelitas queixam-se da falta de variedade na sua dieta no deserto, comparando-a com a comida que tinham no Egito, onde tinham cebolas, alhos e pepinos. Este é um trecho que descreve a insatisfação dos israelitas com a comida que recebiam durante o êxodo do Egito para a Terra Prometida.

Alhos-silvestres – Alhos-silvestres são mencionados na Bíblia, no livro de Números 11.5. Eles eram utilizados na culinária e provavelmente se referem a uma planta comestível que crescia naturalmente na região em que o texto foi escrito. O uso desses alhos na alimentação sugere que eram apreciados como tempero ou ingrediente culinário.

Cebola – Citada em Números 5.15, a cebola é uma planta bulbosa comestível, amplamente utilizada na culinária em todo o mundo.

Melancia – Conhecida também como melões, é mencionada em Números 11.5. A melancia é uma fruta suculenta e refrescante, comumente consumida em climas quentes..

Pipino – Referido em Números 11.4-6 e Isaías 1.8, o pepino é uma planta trepadeira da família das cucurbitáceas, cultivada por seus frutos comestíveis, que são frequentemente consumidos crus ou em conserva.

Cássia – Descrita em Salmos 45.8 como um tempero, a cássia é uma casca triturada semelhante à canela, amplamente utilizada na antiguidade para aromatizar alimentos e perfumes.

Anis – Mencionado em Mateus 23.23, embora a tradução seja questionada, muitas autoridades concordam que se refere ao endro. O endro é uma erva aromática com folhas e sementes comestíveis, usadas na culinária e na medicina tradicional.

FLORES NA BÍBLIA

 

Na Bíblia, encontramos menções a várias flores, algumas das quais têm significados simbólicos ou são usadas em metáforas. Aqui estão algumas delas:

 

Açafrão: Mencionado em Cantares 4.14, o açafrão é uma planta da família das Iridáceas, conhecida por suas flores roxas e pelos estigmas vermelhos usados como tempero.

 

Açucena (ou Lírios): Referida como lírios em Cantares 6.2, a açucena é uma flor conhecida por sua beleza e fragrância, frequentemente associada à pureza e à inocência.

 

Anêmona (ou Lírios do Campo): Conhecida como lírio, é mencionada em Mateus 6.28-29 e Lucas 12.27-28. As anêmonas são flores silvestres comuns na região da Palestina e são usadas como símbolo da provisão divina e da beleza da criação.

 

Ciclâmen (ou Coroa de Salomão, Lírio-do-Vale): Também mencionado em Mateus 6.28-30 e Lucas 12.27-28, o ciclâmen é uma planta ornamental com flores delicadas e folhas em forma de coração, associadas à humildade e à beleza.

 

Estrela de Belém: Citada em 2 Reis 6.25, a Estrela de Belém é uma planta com flores brancas em forma de estrela, que desabrocham na primavera.

 

Éri/Bandeira Amarela: Mencionada em Oséias 14.5, o Éri, ou Bandeira Amarela, é uma planta com flores amarelas que cresce em massa ao longo dos rios da Palestina.

 

Jacinto (ou Lírios): Referido como lírios em Cantares 2.1-2, 16 e Cantares 6.2-3, o jacinto é uma flor conhecida por sua fragrância doce e é frequentemente associado à beleza e à elegância.

 

Lírio Escarlate: Mencionado em Cantares 5.13, o lírio escarlate é uma variedade de lírio com flores de cor vermelha escura, simbolizando paixão e amor ardente.

 

Narciso (ou Rosa): Conhecido como rosa em Isaías 35.1, o narciso é uma flor comumente associada à beleza e ao amor, e suas pétalas são frequentemente usadas em perfumaria.

 

Julipa (ou Rosa de Sarom, Tulipa dos Montes): Mencionada em Cantares 2.1, a julipa é uma flor conhecida por sua beleza e aroma, frequentemente associada à exuberância e à abundância da natureza.

ERVAS DA BÍBLIA

 

 

Aloés – A árvore mencionada em Marcos 14.4-5 é conhecida como "mezereon", uma espécie de árvore alta pertencente à família mezereon. Ela é nativa da região malaia e é conhecida por sua madeira perfumada. A madeira da árvore mezereon é valorizada por seu aroma agradável e é frequentemente utilizada na fabricação de móveis, objetos de decoração e produtos de perfumaria. Além disso, a árvore também é apreciada por suas belas flores, que podem variar em cores como rosa, branco e vermelho. Sua presença na região malaia a torna uma planta de grande importância cultural e econômica para as comunidades locais.

 

Arruda – Mencionada em Lucas 1.42 como "erva-da-graça". O coentro é uma das ervas mais antigas, conhecida desde os tempos bíblicos, sendo mencionada em Êxodo 16.31 e Números 11.7. Essa erva aromática é amplamente utilizada na culinária de diversas culturas ao redor do mundo, especialmente na culinária do Oriente Médio, América Latina e Ásia. Suas folhas e sementes são utilizadas para dar sabor e aroma aos pratos, sendo um ingrediente essencial em muitas receitas tradicionais. Além disso, o coentro também é conhecido por suas propriedades medicinais, sendo utilizado na medicina alternativa para tratar diversos problemas de saúde.

 

Coentro –O coentro é uma das ervas mais antigas mencionadas na Bíblia, aparecendo nos livros de Êxodo 16.31 e Números 11.7. Essa planta é conhecida por suas folhas aromáticas e sementes, que são amplamente utilizadas na culinária de diversas culturas ao redor do mundo. O coentro tem um sabor característico e é frequentemente utilizado para dar um toque especial a pratos salgados, como sopas, molhos, saladas e carnes. Além disso, o coentro também é valorizado por suas propriedades medicinais, sendo utilizado para tratar problemas digestivos, inflamações e como antioxidante. Sua presença na Bíblia destaca a importância histórica e cultural dessa erva na alimentação e na medicina desde tempos antigos.

 

Cominho – O termo "Cominho" é mencionado no livro de Mateus, capítulo 23, versículo 23. De acordo com especialistas, o "cominho" mencionado na passagem se refere à planta conhecida como "endro" nos dias de hoje. O endro é uma erva aromática e medicinal, amplamente utilizada na culinária e na medicina tradicional em diversas culturas ao redor do mundo. Sua presença na Bíblia destaca a importância das ervas e especiarias na cultura e na alimentação das pessoas naquela época.

 

Endro – Endro, também conhecido como jundo ou as mentas aromáticas, é uma erva de sabor condimentado, mencionada no livro de Isaías 28.25-27 da Bíblia. Essa planta é utilizada na culinária para adicionar sabor e aroma aos pratos, sendo comumente encontrada na culinária mediterrânea e em pratos da cozinha grega, turca e do Oriente Médio. Suas folhas são frequentemente utilizadas frescas ou secas em saladas, sopas, molhos e pratos de peixe. Além disso, suas sementes são utilizadas para criar óleo de endro, que também é utilizado na culinária e na medicina tradicional. O endro é apreciado por seu sabor único e suas propriedades aromáticas, que o tornam um ingrediente versátil e popular em diversas culturas culinárias ao redor do mundo.

 

Hissopo – Hissopo é uma planta que possivelmente se refere ao manjericão da Síria, mencionado em várias passagens bíblicas, como Êxodo 12.21-22, Números 19.6 e 18, II Reis 4.33 e Salmo 51.7. O hissopo é conhecido por suas propriedades medicinais e era frequentemente utilizado em rituais de purificação e como símbolo de limpeza espiritual. Sua presença na Bíblia indica a importância cultural e religiosa dessa planta em tempos antigos.

 

Hortelã – A hortelã é mencionada nos livros de Mateus 23.23 e Lucas 11.42 da Bíblia. Na região da Palestina e da Síria, é possível encontrar diversas variedades de hortelã, sendo a espécie mais comum a Mentha longifolia. A hortelã é conhecida por suas propriedades aromáticas e pelo seu uso na culinária e na medicina. Ela é utilizada para dar sabor a pratos, chás e bebidas, além de possuir propriedades digestivas e refrescantes. Na época em que a Bíblia foi escrita, a hortelã provavelmente já era conhecida e utilizada pelas pessoas na região, sendo mencionada como uma planta de importância tanto culinária quanto medicinal.

 

Incenso – O incenso é mencionado cerca de 20 vezes na Bíblia, como em Êxodo 30.34, Levítico 24.7 e Malaquias 2.11, sendo valorizado pela resina que produzia. Trata-se de uma resina branca queimada como incenso perfumado. Sua presença na Bíblia destaca sua importância cultural e religiosa na antiguidade, onde era utilizado em cerimônias religiosas e rituais. O incenso era considerado como um símbolo de purificação e adoração, sendo queimado para criar uma fragrância agradável durante as práticas religiosas. Sua presença na Bíblia reflete a sua significância histórica e espiritual.

 

Losna – No Antigo Testamento, refere-se a uma planta e seus frutos excessivamente amargos, mencionados em várias passagens como Deuteronômio 29.18, Deuteronômio 32.32, Salmos 69.21, Jeremias 8.14, Jeremias 9.15, Jeremias 23.15, Lamentações 3.5 e 19, e Amós 6.12. É amplamente utilizada na fabricação de licores ou como medicinal, com muitos ramos e flores amareladas.

 

Mirra – Mirra é uma resina árabe que é extraída da casca de uma árvore. Ela é mencionada em passagens bíblicas como Salmos 45.8, Cantares 3.6 e 4.14, e Malaquias 2.11. A mirra é conhecida por ser utilizada em óleos sagrados e perfumes, sendo considerada uma substância valiosa e de grande importância em contextos religiosos e culturais. Sua presença em textos sagrados e sua utilização em rituais religiosos demonstram a relevância e significado atribuídos a essa resina ao longo da história.

ERVAS AMARGAS NA BÍBLIA

Agrião – O agrião é mencionado na Bíblia como uma erva amarga em passagens como Êxodo 12.8 e Deuteronômio 32.2. Essas passagens indicam que o agrião era conhecido e utilizado na época bíblica, possivelmente como alimento ou erva medicinal. O agrião é uma planta comestível de sabor amargo e é conhecido por suas propriedades nutricionais e medicinais, sendo rico em vitaminas e minerais. Sua menção na Bíblia pode indicar sua relevância na alimentação e na medicina das antigas civilizações.

Alface – O alface é citado na Bíblia como uma erva amarga em Êxodo 12.8 e Números 9.11. Trata-se de uma planta semelhante a uma erva daninha, com sabor amargo. Essa descrição indica que o alface era conhecido na época como uma planta com características amargas. O alface é uma hortaliça de folhas verdes e é comumente consumido em saladas, sanduíches e outros pratos. Porém, é interessante notar que a referência bíblica destaca o sabor amargo da planta, o que pode indicar que a variedade de alface naquela época era diferente das que conhecemos atualmente.

Linguinha de Vaca – Linguinha de Vaca é uma planta, também conhecida como "Erva de Ouriço", que ficou famosa por ser mencionada na Bíblia, nos livros de Êxodo 9.25 e Números 9.11, onde é relatado que os israelitas a utilizavam como alimento. Ela é uma planta comestível e possui propriedades medicinais, sendo utilizada em algumas culturas para diversos fins, como tratamento de problemas respiratórios e digestivos. A menção na Bíblia deu notoriedade a essa planta, que é reconhecida por seu sabor amargo e pelas suas folhas pequenas e pontiagudas.

Chicória – Chicória é uma planta conhecida por suas propriedades benéficas para o fígado, sendo chamada de "amiga do fígado", como descrito em Números 9.11 na Bíblia. Ela é rica em nutrientes como vitaminas A, C e K, além de minerais como cálcio, potássio e magnésio. A chicória também contém compostos antioxidantes e anti-inflamatórios, que contribuem para a saúde do fígado. Seu consumo pode ajudar na desintoxicação do fígado, na regulação dos níveis de colesterol e na melhoria da digestão. Além disso, a chicória é utilizada na culinária em saladas, sucos e chás, sendo uma opção saudável para incluir na dieta.

Dente-de-Leão – O Dente-de-Leão é uma planta conhecida por suas propriedades medicinais e alimentares. Suas folhas são ricas em nutrientes e eram utilizadas como vegetal, podendo ser consumidas cruas em saladas ou cozidas como verdura. Já a raiz do Dente-de-Leão era usada na produção de medicamentos, devido às suas propriedades diuréticas e digestivas. Ela também é conhecida por auxiliar na desintoxicação do fígado e na regulação do sistema digestivo. Essa planta é amplamente utilizada na medicina natural e na culinária, sendo apreciada por suas múltiplas utilidades.

Escarola – A escarola é uma planta de sabor amargo que é mencionada na Bíblia em Gênesis 2.5, Êxodo 12.8 e Números 9.11. Essas referências bíblicas indicam que a escarola era conhecida e consumida na antiguidade. Ela é conhecida por suas folhas verde-escuras e é frequentemente utilizada em saladas e pratos cozidos. Sua presença na Bíblia pode indicar a importância que essa planta tinha na alimentação e cultura das pessoas naquela época.